sábado, outubro 30, 2010

Uma FRASE

“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está
no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta
que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
a felicidade”.

Carlos Drummond de Andrade

Projeto "Aula na Praça ou no Parque"

Projeto "Aula na Praça ou no Parque"

Prazo para participação ampliado para 15 de DEZEMBRO

(Baixe arquivo completo em pdf aqui )

Em homenagem ao Parcão de Novo Hamburgo/RS, o Projeto Apoema – Educação Ambiental lança o projeto Aula na Praça ou no Parque. Este projeto pretende incentivar a utilização de parques e praças como espaços pedagógicos e lançar um desafio a todos os docentes: o de aplicarem aulas em um parque ou praça que fique próximo da escola. O objetivo é integrar as crianças nestes ricos espaços públicos, além de valorizar estes espaços urbanos quase esquecidos pelas administrações públicas e, por consequência, pela população em geral. Sugere-se uma série de atividades que podem ser enriquecidas com atividades planejadas pelos docentes que aderirem. Aqueles que quiserem compartilhar suas experiências poderão enviar o registro das atividades e resultados até o dia 15 de dezembro de 2010 para publicação no site do Projeto Apoema – Educação Ambiental.

Roteiro básico:

- escolha da praça ou parque (para a escolha do parque ou praça consulte a turma e faça uma eleição);

- agendamento da saída;

- autorização da direção e dos pais;

- organização do material;

- se necessário, contratar condução;

- atividades pedagógicas de preparação antes da saída (pesquisa com as crianças sobre parques e praças da cidade, ou do bairro – levantamento da flora e da fauna do município – entrevista com pais/ou parentes das crianças sobre suas vivências em parques e praças – atividades criativas com temáticas parques e praças – atividades interdisciplinares com as temáticas);

- atividades a serem realizadas no parque ou na praça (brincadeiras de rodas cantadas, pular corda, jogos com bola monitorados pela professora, rodas de leitura, jogos pedagógicos ao ar livre, desenho de árvores e animais, modelagem com argila, piquenique, observação de pássaros ;

- atividades pedagógicas após o passeio (relatos orais sobre o passeio, relatos escritos sobre o que mais chamou a atenção, painel com desenho coletivo sobre a atividade, criação de um informativo sobre praças do bairro ou da cidade).

Dados para o registro da atividade para publicação no Projeto Apoema – Educação Ambiental

Nome da professora:

Nome da Escola:

Endereço completo da escola:

Praça ou parque visitado:

Endereço do local visitado:

Descrição resumida das atividades realizadas:

Resultados:

Impressões sobre a atividade realizada:

Enviar o registro das atividades para bere@apoema.com.br até o dia 15 de dezembro de 2010.

(Baixe texto completo com sugestões de atividades e textos adicionais, arquivo em pdf aqui )

O que eu tenho a ver com isso?

O que eu tenho a ver com isso?
Bere Adams

A vida na biosfera se iniciou há bilhões de anos, e quando Cristo nasceu, o ser humano já habitava a Terra há praticamente 100 mil anos, quando a população mundial era equivalente a 200 milhões.

Atualmente somos 6,7 bilhões de pessoas, e algumas projeções científicas indicam que em 2.045 seremos em torno de 10 bilhões de seres humanos habitando a Terra.

Com tantas pessoas vivendo no Planeta, e cada uma delas utilizando recursos naturais para viver, os problemas ambientais se acentuam, atingindo toda a cadeia da vida do Planeta, em todos os contextos. Além de comprometerem a qualidade da vida social, estes problemas comprometem a qualidade do ar, do solo, dos rios, lagos e oceanos, prejudicando todos os ecossistemas promovendo o desequilíbrio ecológico.

E como estes problemas se acentuaram? Há aproximadamente dois séculos iniciou-se a industrialização, incentivada pelas mudanças das fontes de energia (da madeira ao combustível fóssil), ocorrendo uma verdadeira “explosão" da atividade econômica. Assim, a agricultura, as pastagens, as indústrias e seus produtos, transformaram a superfície e a atmosfera do Planeta. A industrialização impulsionou a evolução das cidades pelos aprimoramentos dos transportes: primeiro com navios e trens, e depois com veículos a motor, que proporcionaram a movimentação de pessoas e cargas. Com os avanços da industrialização e da tecnologia, chega uma infinidade de produtos novos, entre eles, os produtos descartáveis, que promovem o crescimento econômico acelerado.

Estes dados são apenas algumas referências que retratam o processo evolutivo do impacto econômico sobre o meio ambiente, e todos nós estamos relacionados, pois somos parte deste sistema. Estes impactos exigem ações reparadoras, preventivas, e requerem grandes mudanças dos hábitos humanos. A Carta da Terra, importante documento que orienta para mudanças planetárias, finaliza com a seguinte frase: "Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação dos esforços pela justiça e pela paz e a alegre celebração da vida".

Incentivados pela tomada de consciência ecológica, diante de tantas situações preocupantes que vivenciamos, uma parcela da população já arregaça as mangas e parte para a ação. Uns lutam pela igualdade de direitos, pelo respeito às diferenças, pela não violência. Outros mobilizam ações para a proteção dos animais, pela preservação ambiental, defendem o direito de que cada um possa ter um espaço mínimo para viver, acesso à saúde, escola, educação, alimentação. Porém, outros, muitos outros ainda sacodem os ombros, jogam seu lixo pela janela do possante carro do ano que recém chegou, e apenas sinalizam: "E eu com isso?”.

Fonte: Informativo Apoema 44

sexta-feira, outubro 29, 2010

Vinagre de maçã e saúde

Vinagre de maçã e saúde

Pequenas ações diárias podem melhorar nosso estado físico. Recentemente meu marido "descobriu" os benefícios do vinagre de maçã e passamos a tomá-lo diariamente em doses homeopáticas, antes das refeições. Senti uma mudança em minha disposição ao despertar e melhoramento do sistema digestório.
Pensei então: "Puxa, faz bem mesmo esse vinagre de maça!". Fizemos indicação deste para nossos filhos que faziam caretas para ingerí-lo, mas hoje já o bebem com mais naturalidade. Resolvi buscar mais informações sobre esta bebida e resolvi compartilhar com vocês que acessam o blog. Espero que gostem, abraços,
Bere Adams.

Informações sobre VINAGRE DE MAÇÃ:



Propriedades curativas


Não é de hoje que o povo faz sua própria medicina. A Natureza sempre foi a farmácia do homem e dos animais.

O homem primitivo e os animais confiavam no seu estoque de plantas para evitar ou curar moléstias, manter a saúde e vigor.
Mas, eles mudavam freqüentemente de lugar, e então, a farmácia da natureza tinha filiais por toda a parte.
Em qualquer lugar do mundo onde houvesse um doente, ele acharia nos campos e matas seus remédios, o material com que preparar chás e ungüentos.

O Doutor DC JARVIS, famoso médico naturalista norte-americano, e suas descobertas maravilhosas sobre o vinagre de maçã natural e a medicina popular do Vermont-USA.

A cura para uma série de males pode estar num dourado, singelo, mas poderoso líquido, que na maioria das vezes nos passa despercebido: o vinagre de maçã natural, aquele vinagre feito da maçã in natura, com um pouco de açúcar mascavo (para enriquecer com os seus nutrientes preciosos e dar um excelente aroma ao produto final) e água microfiltrada.
Um vinagre de maçã natural carregado de substâncias “vivas”, sem conservantes, essências ou corantes, não pasteurizado ou esterilizado, nutritivo e poderoso coadjuvante nos processos fisiológicos e bioquímicos do corpo.
O vinagre de maçã natural mantém essa tradição dos bons vinagres feitos naturalmente. Ele contém a mãe do vinagre.

A natureza faz sua oferta generosa de provisão de ácidos, nos oferecendo as muitas formas de obtê-los. O vinagre de maçã natural é talvez, a mais poderosa fonte de ácidos orgânicos naturais, enzimas e complexos multi-vitamínicos benéficos ao homem.

Na Roma antiga, por exemplo, as famosas legiões romanas sempre tomaram o cuidado de transportar o vinagre em odres, pois sabiam da importância dessa dieta ácida, a qual tornava os soldados fortes, resistentes, e imunes aos ataques das doenças e fadiga.
Hipócrates, o pai da medicina, recomendava o realinhamento dos corpos vertebrais para o perfeito funcionamento dos órgãos e dosagens de vinagre de maçã para manter a plenitude física, evitar doenças e rejuvenescer o corpo.
Havia citações correntes na época em Roma, que se referiam aos “homens bebedores de vinagre”, os quais eram imunes às doenças e pareciam não envelhecer.
Na China também era comum o uso do vinagre.

O vinagre de maçã natural constitui hoje uma alternativa maravilhosa para a manutenção da saúde, retarda o envelhecimento, provocado principalmente pelos radicais livres, favorece a longevidade e uma boa qualidade de vida. Atualmente, há dezenas de trabalhos e pesquisas cientificas em Universidades e centros de pesquisas americanos e Europeus sobre a atuação do vinagre de maçã natural no corpo humano.

Retornando aos vermonteses o doutor D.C. Jarvis , que se tornou querido pelo esforço de ir ao encontro das necessidades do povo, escrevendo livros de medicina popular, afirma em seu famoso livro, best seller, “ Folk Medicine – A Vermont Doctor's Guide to good Health” , que as enfermidades como: artrite, osteoporose, reumatismo, pressão alta, gota, bursite, arteriosclerose, enfartos, derrames, fadiga crônica, dores de cabeça crônica, diabetes, rinites, e outras doenças degenerativas, etc, têm a mesma origem: acúmulo de cálcio no sangue .

Em suas observações e experiências chegou a conclusões seguras e revolucionárias: começou verificando que as chaleiras onde se fervem água, formam com o tempo, dura camada no fundo – resultado da precipitação de sais, cloretos, etc., e que, essa crosta, sob o efeito de vinagre de maçã, se dissolve, deixando a chaleira como nova.
Igualmente comprovou que, mergulhando cascas de ovos em líquido de vinagre de maçã, estas se dissolvem lentamente.



Investigou ademais, que pessoas que usavam o vinagre de maçã, eram muito mais saudáveis que as demais, e pareciam imunes as enfermidades e apresentavam uma extraordinária resistência física. Observou, nessa mesma localidade do Vermont, pessoas com mais de noventa anos, algumas com mais de cem anos de idade, trabalhando nas roças horas a fio sem apresentar grandes esforços, demonstravam vigor, bom ânimo, uma bela postura e excelente formação óssea, e diziam não adoecer.
Desse modo, e por outras vias, o doutor Jarvis chegou à conclusão de que o mesmo sucede com o corpo humano quando se toma o vinagre de maçã natural com água e mel, já que ele possui a faculdade de dissolver o cálcio excedente acumulado no organismo, permitindo que, ao absorvê-lo, os ossos se tornem mais fortes, menos expostos às fraturas e, sobretudo, em condições de ajudar na formação de tecidos mais elásticos, flexíveis, em favor do rejuvenescimento.

Assim, o mencionado médico fundamentou sua teoria no seguinte: nosso sangue pode ser de formação ligeiramente ácida ou alcalina. Isso depende em grande parte, da alimentação que habitualmente ingerimos.

Aponta ele outros motivos: diz, por exemplo, que o clima frio, favorece o aumento de alcalinidade do sangue; que as preocupações, o medo, a ira, bem como toda a atitude e comportamento emocional negativo têm o mesmo efeito. Desse modo, contribuímos para o aumento da alcalinidade sanguínea, desregulando o pH do sangue.

Uma reação do sangue excessivamente alcalina favorece a vida das bactérias perigosas. Elas vivem e proliferam num meio alcalino em torno de 7,2 a 7,8 na escala de pH.
Além dessa alcalinidade excessiva provocar depósitos de cristais endurecedores.
Dependendo da região do corpo onde estes cristais se alojarem provocarão no decorrer do tempo doenças ou disfunções correspondentes, se depositam nas juntas ou articulações, provocam a artrite, bursite, etc.

Por outro lado, recomenda o referido médico, a necessidade da atividade física prazerosa, pois aponta que o sedentarismo contribui para o aumento da alcalinidade ou o espessamento do sangue.
Diz, por exemplo, que é favorável que o sangue seja ligeiramente ácido, para que se torne mais fluídico e regue todo o organismo sem dificuldade alguma e não provoque precipitação de cálcio pelo corpo.

O consumo abundante de farinha de trigo refinada, açúcar refinado, carnes, enlatados, cremes, refrigerantes, doces, etc, são prejudiciais à saúde porque contribui para o aumento da alcanilidade; torna o sangue mais espesso e dificulta a circulação pelo sistema, aumentando a pressão arterial das veias e vasos, os quais com o tempo, vão se obstruindo e endurecendo, porque a alcanilidade favorece os depósitos de cálcio e de outras substâncias terrosas danosas ao sistema.

Afirma o doutor Jarvis que a grande maioria das doenças tem como veículo o próprio sangue impuro, que distribui e deposita constantemente substâncias mortais pelo sistema ao longo dos anos.

A purificação do sangue é de fundamental importância para reverter esse processo de endurecimento e envelhecimento precoce das várias estruturas moles do corpo e o secamento ou calcificação das articulações.

Em suas experiências, percebeu o valor extraordinário do vinagre de maçã natural no tratamento e prevenção de doenças, chegando a conclusões surpreendentes e esclarecedoras.
Notou a relação intima do potássio contido no vinagre de maçã natural com a saúde.
A medicina popular do Vermont sustenta que o potássio é o mais importante dos minerais – o mineral dos “deuses”.
O que o cálcio é para os ossos, o oxigênio para os pulmões, é o potássio para o sistema nervoso.
O potássio é tão necessário à vida de qualquer ser, que sem ele não haveria vida. Ele é a ponte bioquímica que atrai os nutrientes para dentro das células.
Esse mineral nunca é encontrado isolado, está sempre associado a um ácido: observou, por exemplo, que o cálcio é solúvel quando em contato com um ácido como o do vinagre de maçã.
Por outras vias concluiu então, que o cálcio se precipita em meio alcalino e se dissolve em meio ácido.
O cálcio excedente é um dos principais agentes endurecedores e obstrutores.

A literatura médica nos diz que toda a gama de reação fisiológica do líquido extracelular tende para a alcalinidade.
O sangue representa um quarto do líquido extracelular.
O sangue tem sempre uma reação alcalina.
Se esta alcalinidade for aumentada, ele engrossa e precipita os seus sólidos em pequenos flocos, formando os depósitos de cálcio.
As paredes dos pequeninos vasos arteriais permitem a passagem da parte fluídica do sangue, da mesma forma que a tinta passa através do mata-borrão.
Os pequeninos coágulos obstrui alguns capilares e, depois de algum tempo, há uma retenção de sangue, com o conseqüente aumento da pressão arterial e posteriormente deposição de cálcio e outras substâncias minerais.

Por outro lado, têm-se inúmeras provas de que o potássio controla o aproveitamento do cálcio no nosso organismo.


Tomando o vinagre de maçã natural carregado de potássio apressa-se a consolidação ou o fortalecimento de um osso fraturado ou desmineralizado.
A falta de potássio na dieta compromete a estatura dos indivíduos, sua ausência também provoca o enrijecimento da musculatura, das partes moles do corpo, os cabelos caem, a pele enruga, as unhas se quebram, as artérias se entopem e perdem sua elasticidade ou flexibilidade, e os ossos se desmineralizam e enfraquecem.

Fonte e se quiser mais informações, clique aqui!

Aposentado faz bebiba com água da chuva, levedura e mel

Em Campo Bom, aposentado faz bebiba com água da chuva, levedura e mel



Comunidade | sexta-feira, 29 de outubro de 2010 - 07h58


Em Campo Bom, aposentado faz bebiba com água da chuva, levedura e mel

Após vários anos de experiência com apicultura, Ivo Ernani Maldaner construiu uma fábrica artesanal.

Moacir Fritzen/ Da Redação Comente esta notícia




Campo Bom - A combinação de água da chuva, levedura especial e mel resulta no hidromel. E um mestre de obras aposentado, de Campo Bom, resolveu apostar na produção da bebida alcoólica milenar, que pelos povos antigos chegou a ser considerada um néctar dos deuses e também era muito apreciado por guerreiros. Após vários anos de experiência com apicultura, Ivo Ernani Maldaner, 79 anos, construiu uma fábrica artesanal. Ele acredita ser o único a fabricar e vender o produto na região. "São raros os fabricantes no Brasil."

Cerca de mil litros do licor são engarrafados a cada ano pelo produtor campo-bonense. Os 22 garrafões de diferentes capacidades de armazenamentos foram comprados em Curitiba-PR, enquanto as válvulas em Alvorada-RS.

O hábito da leitura foi o ponto de partida para descobrir os processos de fabricação do hidromel. O aposentado também viajou à Alemanha para visitar duas fábricas.

Egípcios, gregos e romanos produziam o hidromel.

Existem insinuações de que bárbaros brindavam suas vitórias com hidromel servido nos crânios dos inimigos mortos.

Entre os anos 1.000 e 1.400, a bebida era muito apreciada e sempre servida aos hóspedes.

O hidromel era servido aos recém-casados durante um ciclo lunar. Havia a crença de que a bebida era afrodisíaca. Especula-se que a expressão Lua de Mel tenha origem nessa tradição.

A bebida era reservada aos nobres e os plebeus podiam apreciá-la somente durante as núpcias. Na Mitologia Nórdica, o hidromel era considerada a bebida dos deuses.

O CUSTO

As garrafas de 750 mililitros são vendidas por 20 reais diretamente ao consumidor, enquanto que as de 375 mililitros custam 11 reais
A fábrica artesanal fica na Rua Santa Teresinha, 259, em Campo Bom
Ivo Ernani Maldaner expõe o produto em feiras na região e tem dois pontos de venda em Porto Alegre
Contatos pelo telefone (51) 3597-1082 (51) 3597-1082

Processo

A fabricação do hidromel demora 12 meses. A água da chuva passa por um processo de filtragem antes de ser misturada com o mel e a levedura importada da suíça. A proporção geralmente é o dobro de água do que de mel. O líquido fica armazenado nos garrafões fechados para a fermentação. "Não pode entrar ar e não é indicado usar água da torneira por conter substâncias como o cloro", reforça Maldaner. As válvulas de vidro instaladas acima do gargalo garantem a vedação.

Foto: Néia Dutra/GES


Fonte: Jornal NH - 29/10/2010

quinta-feira, outubro 28, 2010

Excelente entrevista para se compreender a Agenda 21.



Excelente entrevista para se compreender a Agenda 21 que recomendo. Fica a dica, abraços, Bere.

Abertas as inscrições para a 3ª edição do Curso Prevenção ao Uso Indevido de Drogas

Divulgando:

A partir do dia 21 de outubro até o dia 10 de novembro, estão abertas as inscrições para a 3ª edição do Curso Prevenção ao Uso Indevido de Drogas – Capacitação para Conselheiros e Lideranças Comunitárias, promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, em parceria com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), do Ministério da Justiça. O Curso será executado pela Secretaria de Educação a Distância (SEaD) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O curso será ofertado na modalidade de Educação a Distância – EaD, com carga horária de 120 horas, durante um período de 03 meses, para 15.000 conselheiros municipais e líderes comunitários de todo o Brasil, com o intuito de fortalecer a atuação em rede para a prevenção da violência e da criminalidade relacionadas ao uso indevido de drogas.

O curso é gratuito e oferece certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Poderão participar Conselheiros atuantes nos Conselhos Municipais de Segurança, Sobre Drogas, Tutelar, Direitos da Criança e do Adolescente, Educação, Saúde, Assistência Social, Conselhos Escolares, Juventude, Idoso e Trabalho, Conselho de Segurança Comunitária e Líderes Comunitários atuantes em ações de prevenção ao uso de álcool e outras drogas.

O conteúdo do curso foi elaborado por especialistas da área e reúne informações atualizadas sobre: classificação das drogas e seus efeitos, padrões de consumo de drogas, tratamento, redução de danos, prevenção ao uso de drogas, legislações e políticas públicas correlatas à questão do uso de drogas, dentre outros assuntos.


Para obter mais informações e realizar sua inscrição, acesse o portal:

http://www.conselheiros.senad.gov.br/


Após o processo de triagem dos inscritos, os alunos selecionados receberão uma mensagem eletrônica da Universidade solicitando que eles efetivem a sua matrícula e comunicando outras orientações sobre o curso.



Universidade Federal de Santa Catarina

Ministério da Justiça

Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas

quarta-feira, outubro 27, 2010

Parques e praças pedem socorro

Parques e praças pedem socorro


Bere Adams

Hoje, no jornal de minha cidade, saiu a matéria: ”Floresta Imperial pede socorro para voltar a ser área de lazer”. Finalmente a mídia impressa ouviu esse clamor do parque que está jogado às traças faz muito tempo.

Quando meus filhos eram pequenos, e morávamos em apartamento, o nosso quintal eram os parques e as praças da cidade. Quando íamos ao Parque Floresta Imperial dava gosto de ver o lugar e vivenciar brincadeiras sentindo a natureza como se fosse nossa pele: brincávamos na caixa de areia, rolávamos na grama, jogávamos bola, corríamos de um lado para o outro sentindo o frescor de uma manhã primaveril batendo em nossos rostos, deu saudade...

As fotos apresentadas no periódico apresentam um parque totalmente esquecido, abandonado, largado, lamentável. Mas, por outro lado, certamente a notícia despertará movimentos, como o meu, de agora, escrever para dar apoio a quem não tem voz nem vez: os parques e praças.

Então, pensando em “o que fazer?” para que não fiquemos somente esperando pelas iniciativas do poder público, pesquisei na internet sobre parques e praças degradados e encontrei uma matéria bem interessante, que incentiva uma “Guerrilha do bem” através de “bombas sementes”, e tem lá até a receita que vou replicar logo abaixo, no final do meu comentário.

Unindo esta ideia à outra, penso que seria uma boa dica para professores que aderirem ao projeto Aula na Praça ou no Parque, que pretende divulgar pequenas atividades educativas feitas nestes locais públicos para que as crianças tomem gosto por estes espaços e aprendam a valorizá-los desde bem pequenas.

Fica, então, mais esta sugestão para educadores e para qualquer cidadão que quer fazer sua parte para minimizar os problemas ambientais que são bem próximos.

Esta ação pode ter o mesmo efeito que quando jogamos algo em um lago, cujas ondas circulares que se formam vão se propagando até movimentar toda a água do lugal. Vamos entrar nessa onda?

Veja a matéria:

Para fazer brotar plantas e flores em canteiros abandonados que precisem urgentemente de algum verde

1. Misture num balde duas partes de sementes e três de adubo e depois acrescente cinco partes de argila em pó



2. Jogue água e misture até formar uma massa úmida. Enrole bolinhas de cerca de 2 centímetros



3. Saia pelas ruas e jogue cuidadosamente essas bolinhas em canteiros e praças degradadas



4. As "bombas" carregam nutrientes suficientes para que os brotos comecem a crescer em solo pobre - é só esperar as próximas chuvas


Veja matéria completa em http://bit.ly/LZHcX

Bem simples, não?
É na simplicidade encontramos a resposta para muitos problemas complicados. Bere Adams.

terça-feira, outubro 26, 2010



Documentário sobre a questão animal, os impactos ambiental e principalmente sobre os direitos dos animais.

O documentário que tem 6 partes, é muito forte. Dá muito o que refletir sobre nossas posturas. As cenas são chocantes, mas é preciso saber como são os modos de produção da sociedade de consumo. Algumas pessoas que assistiram garantem que se tornaram vegetarianas a partir do que viram. Para ver a sequência clique aqui, Bere Adams.

Doodle 4 Google, o que é isso?

Doodle 4 Google.


CONHEÇA, ENTENDA e PARTICIPE


…Toda criança terá uma escola

…Vamos plantar mais árvores que prédios

…Os políticos serão super-heróis



E você, o que pensa sobre o futuro do Brasil?

Solte a imaginação e participe da competição Doodle4Google.

Você já reparou que em diversos eventos o Google costuma brincar com o seu logo?

Chamamos esse logo especial de "Doodle".

O Google então decidiu abrir esta brincadeira para estudantes de 6 a 15 anos e permitir que seus desenhos apareçam no lugar do logo.

Esta competição é chamada de Doodle4Google e mais de 300 mil alunos já participaram ao redor do mundo.

Agora chegou a sua vez!

Pela primeira vez o logo do Google será desenhado por um estudante brasileiro.

O tema da primeira edição é "O Brasil do Futuro".

Solte a criatividade e desenhe sua versão do logo do Google mostrando o que você espera do futuro do Brasil.

O seu desenho pode parar na página inicial do Google Brasil e você pode ganhar:


•Uma bolsa de estudos de R$ 30 mil reais
•Um computador
•Uma sala Google na sua escola!

Para ajudar-nos na difícil escolha do desenho vencedor, contamos com uma lista de Jurados Especializados na arte de desenhar. Cartunistas e ilustradores consagrados nos ajudarão a escolher os finalistas desta competição e participarão da cerimônia de premiação em Dezembro.

Para saber como participar, acesse a opção "Como Participar" do menu ao lado.

Além de ter o seu desenho na página inicial do Google Brasil, nós também teremos alguns prêmios muito especiais para o ganhador e sua escola. Saiba mais na opção "Regras e Prêmios".

Ao participar você e o Google ajudam a construir o futuro do Brasil pois cada desenho recebido, vamos plantar uma árvore*.


Confira em:

http://www.google.com.br/doodle4google/

Incentive a participação de seus alunos. É um bom momento de diagnosticar o que eles pensam sobre o Brasil do futuro, abraços, Bere.

Elaborando uma Dinâmica Ambiental INTERDISCIPLINAR com embalagens

Elaborando uma Dinâmica Ambiental INTERDISCIPLINAR com embalagens

Berenice Gehlen Adams

Atividade:

Dinâmica - Explorando e Estudando Embalagens - Educação Ambiental a partir da sucata



Desenvolvimento e estratégias pedagógicas: a atividade será desenvolvida a partir de uma dinâmica de grande grupo, indo para pequenos grupos e finalizando com uma atividade individual, utilizando as seguintes estratégias pedagógicas: observação, comparação, classificação, comunicação, participação, expressão corporal, oral e escrita, leitura, interpretação.

Faixa etária: a partir de 9 anos.

Público: até 30 pessoas.

Ambiente de aplicação: a sala de aula ou pátio da escola (podendo ainda ser em uma praça ou parque e a conclusão em sala de aula).

Duração: 1h/a.

Área do conhecimento envolvida: Português, Geografia, Ciências, Matemática, Artes, e outras que possibilitem associação no decorrer da atividade.

Objetivo da prática: estudar embalagens quanto ao seu tipo de material, ao seu produto e a sua origem, trabalhando diversas áreas do conhecimento efetivando atividades interdisciplinares.

Avaliação: no final da atividade solicitar que cada aluno escreva o que aprendeu com a dinâmica, explicitando do que mais gostou e do que não gostou. Criar um texto com três parágrafos sobre a sua embalagem. A partir da atividade escrita será visto o que foi compreendido, o que não foi compreendido e, na outra aula será feito um debate sobre a atividade.

Passo a passo da atividade:

- Solicitar anteriormente que os alunos tragam para a escola uma embalagem de algum dos produtos que utilizam em casa.

- Iniciar a atividade conversando sobre o consumo e a importância do consumo consciente.

- Apresentar que será feita uma atividade de exploração sobre as embalagens trazidas.

- Organizar as classes que devem ser dispostas em um grande círculo e os alunos ficam de pé, dentro do círculo, com a sua embalagem na mão.
- A partir de dados da embalagem, fazer agrupamentos.

- A professora pede que observem o tipo de embalagem de cada um. Lista os tipos no quadro: caixa de papelão, pote plástico, saco plástico, saco de papel, etc. Após a listagem, ela dá um sinal para que os alunos se agrupem por tipo de embalagem – sem interferir nessa movimentação. Após os agrupamentos feitos, cada grupo mostra aos outros o que cada embalagem tem em comum em referência ao tipo e analisam se a embalagem é reciclável ou não.

- Em seguida a professora solicita que se desfaçam os grupo e que cada um observe o Estado de origem do produto, que deve constar na embalagem e lista os estados no quadro. Da mesma forma, organizam-se grupos conforme a origem do produto. Dá para explorar bastante esse item, verificando também as cidades, podendo fazer uma listagem destas e, em um mapa, marcar todas as cidades que estão envolvidas ali, nos produtos trazidos. Também explorar o que implica no trânsito para que os produtos cheguem até a cidade. Após a listagem, a professora dá um sinal para que os alunos se agrupem por Estado – sem interferir nessa movimentação. Após os agrupamentos feitos, cada grupo diz aos outros o estado de origem da sua embalagem.

- A seguir, a professora solicita que se desfaçam os grupo e que cada um observe o conteúdo do produto, verificando se é um produto comestível, de limpeza, de utilitários, anota as características dos produtos no quadro e novamente solicita que os alunos se agrupem conforme o conteúdo do produto, Cada grupo vai analisar do que cada produto é feito e para que serve, e fazer um pequeno “comercial”, improvisado, do seu produto. Após a apresentação de cada grupo, a professora faz comentários sobre a influência da propaganda em nossas vidas, solicitando que os alunos façam comentários.

- Desfazem-se os grupos novamente e a professora solicita que os alunos digam o peso do conteúdo de cada embalagem e novamente organizam-se em grupos por peso idêntico ou aproximado – para aqueles que não tenham pesos exatos aos dos colegas. Cada grupo deverá somar os seus pesos e apresentar para o grande grupo o peso final da soma dos produtos trazidos.

- Dividir a turma em grupos para a criação de uma montagem artística com as sucatas trazidas.

- Finalizar a atividade com a avaliação, já descrita anteriormente.

Obs. Esta atividade pode ser desenvolvida periodicamente, com outras embalagens.

domingo, outubro 24, 2010

A rua no Parcão vai sair?

A rua no Parcão vai sair?


Sim, se ficarmos de braços cruzados, e não, se exercermos nossa cidadania ambiental.

O Parque Henrique Luis Roessler (Parcão) de Novo Hamburgo/RS é uma Unidade de Conservação Ecológica que tem 54 hectares de mata nativa. Sua estrutura abrange área de lazer, além de espaço para a prática de atividades físicas. Essa é uma descrição técnica do espaço, porém, ele é muito mais do que isto. Para saber mais basta conferir o Blog Amo o Parcão, da professora Adriana Backes Macedo. Vale, e muito, conferir as informações minuciosas que ela disponibiliza oportunizando conhecimento com mais profundidade sobre a importância de preservarmos este espaço.

Pois este precioso espaço natural sofrerá indevidas interferências se depender da administração pública da nossa cidade, que pretende abrir uma rua dentro de desta área de preservação (Parcão), apesar de manifestos da população contrários a esta ideia, mas será mesmo que seremos ouvidos?

E a polêmica vai acelerando os movimentos cardíacos das pessoas que se preocupam com a preservação ambiental do local.

Várias pessoas que tem acompanhado os trâmites comentam que já está tudo decidido, que não tem mais volta, que a rua Florença sai sim, no Parcão. Será mesmo?

Eu, particularmente, prefiro acreditar que estas pessoas estejam equivocadas, se não, com que “cara” nós vamos olhar para nossas crianças para falar que eles precisam ajudar a cuidar do meio ambiente, se as pessoas que nos representam andam na contra mão da Educação Ambiental com tais posturas?

As crianças estudaram a situação, se mobilizaram, viram que abrir uma rua dentro de uma área de preservação é, no mínimo, incoerente, seja qual for o motivo ou justificativa dada como, por exemplo, a de desafogar o trânsito do bairro histórico da cidade (e levar esse trânsito para dentro de uma área de preservação é a solução?).

Cada vez mais penso que se não capacitarmos nossos políticos, nossos “representantes”, sobre as questões ambientais, nós, educadores ambientais, viveremos em permanente contradição.

Precisamos fazer cumprir a Lei Nº 9.795/99 que institui a Educação Ambiental no País, e assim como empresas que cometem crimes ambientais são penalizadas, nossos representantes também deveriam receber punições quando estimulam e elaboram projetos descabidos como este, que fere terras e lutas de anos e anos, quando querem dilacerar uma área preservada que foi criada e conquistada a duras penas.

A solução será ampliar a mobilização e convocar a população a ficar de pé, de mãos dadas, em frente às máquinas, para impedir essa atrocidade, se é que ela vai mesmo acontecer. Temos que ficar atentos e continuar lutando pela preservação do nosso Parcão.



Berenice Gehlen Adams

Pedagoga e Especialista em Educação Ambiental

Coordenadora do Projeto Apoema

Novo Hamburgo/RS

Informativo Apoema 79

Informativo Apoema 79

A edição trata sobre a importância de atividades de Educação Ambiental que despertem o senso crítico dos educandos, incentivando a sua participação efetiva na busca de soluções as problemáticas ambientais locais, apresenta informações sobre um evento escolar literário que dá destaque à temática do meio ambiente (no qual o Projeto Apoema – Educação Ambiental participou estreando a peça Vovó Gepeta), destaca peça que é focada para a preservação de um parque da cidade, e traz curiosidades além de reflexões.

Bom proveito a todos e até semana que vem! 

Clique aqui!

sexta-feira, outubro 22, 2010

Amo o Parcão de Novo Hamburgo: TV Feevale - TV Feevale Notícias - Semana Literári...

Amo o Parcão de Novo Hamburgo: TV Feevale - TV Feevale Notícias - Semana Literári...

A arte de sensibilizar

A arte de sensibilizar


Todo Professor Educador Ambiental é um pouco (ou muito) artista também, porque precisa estar criando novas práticas educativas associando-as aos contextos ambientais vivenciados pelas crianças para que a aprendizagem seja significativa.

Em agosto deste ano participei de um evento na UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul) e tive a honra de ouvir o Professor e Doutor Jair Putzke falar que não adianta estarmos preocupados com a Floresta Amazônica, com geleiras, ou com o que acontece lá do outro lado do mundo, se não nos preocupamos com o que acontece na nossa cidade, no nosso bairro, na nossa escola ou em nossas casas.

Em tempos de globalização realmente o mundo parece bem pequeno, e a Internet o diminui mais ainda em termos de distância para troca de informações, e assim é possível saber o que acontece lá na Amazônia, no Cerrado, e até em locais fora do País, antes mesmo de sabermos o que está acontecendo com os parques e com as praças da nossa cidade, por exemplo. Mas a rotina do nosso olhar sobre os acontecimentos globais deve se voltar para os acontecimentos locais. Ela deve e precisa ser quebrada. Precisamos fazer o que está ao nosso alcance, e já! E o que assisti na Feira Literária da Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Deodoro da Fonseca (Novo Hamburgo/RS, foi justamente isso, um aprofundamento sobre as questões ambientais locais, e a promoção do engajamento da comunidade escolar em busca de soluções para problemas bem próximos.

No evento foi possível ver, sentir, aprender que juntos somos mais fortes, e esse recado dado as crianças é um verdadeiro tesouro. Fica aí a dica de envolver sua escola, seus alunos em questões locais, pois elas estão ansiosas para poder auxiliar na transformação do mundo.

Bere Adams
Informativo Apoema - 79 (em edição)

Peça de teatro Rua no Parcão NÃO! Fotos



Veja mais fotos sobre a Feira Literária em http://picasaweb.google.com/bereadams

quinta-feira, outubro 21, 2010

Vídeo Teatro sobre o Parcão - versão reduzida



Crianças falam e encantam em nome do Parcão de Novo Hamburgo (RS)

Uma das mais lúdicas e mobilizadoras atividades de Educação Ambiental com crianças que já assisti. Um verdadeiro exemplo de arte, dramatização, música, conscientização, sensibilização, educação... Foi emocionante assistir e participar. Parabéns à EMEF Presidente Deodoro da Fonseca - Novo Hamburgo/RS e a todas as professoras que apresentaram danças, músicas, declamações, emocionantes, muitas inspiradas em meus escritos, dos livros e dos informativos Apoema, assim como o trabalho da Professora Adriana Backes Macedo (autora do Blog Amo o Parcão de Novo Hamburgo - link nos Blogs Recomendados na listagem da esquerda) , elaborado com dedicação, criatividade e alcançou o objetivo de mobilizar as crianças.

Vi que elas simplesmente amam o ambiente em que vivem e através da arte e da fantasia podem vivenciar a integração com o ambiente - o que eu tenho a ver com ele -, não com a sensação de medo, catastrófica, de visão únicamente preservacionista de que devemos "salvar" o mundo da destruição. Temos é que vivenciar, participar para evitar novas ações predatórias! Sem esquecer das ações danosas que já aconteceram, que é necessário repará-las. Isso é responsabilidade ambiental.

Amanhã postarei um pequeno relato sobre a Semana Literária da EMEF Presidente Deodoro da Fonseca, pois essa experiência precisa ser compartilhada com profundidade. É o começo de uma grande mobilização infantil. A criança em ação!

Fica aqui o meu profundo agradecimento pela oportunidade de ser a escritora homenageada da Semana Literária anual da escola. Fui abençoada porque vi a árvore da Educação Ambiental dando e colhendo frutos de suas sementes!

Bere Adams.
Gravação: Elma Fernanda Gehlen Adams

terça-feira, outubro 19, 2010

Notícias da Conferência da ONU sobre diversidade biológica

1 - Conferência da ONU sobre diversidade biológica começa hoje no Japão


Max Milliano Melo

Publicação: 18/10/2010 09:10 Atualização: 18/10/2010 13:37

O ambientalista Francis Hoezelle

Os próximos dias podem ser decisivos para as cerca de 50 bilhões de espécies de animais, vegetais, fungos, bactérias e demais seres vivos que habitam a Terra. Começa hoje e vai até o dia 29, em Nagoya, no Japão, a 10ª Conferência das Partes (COP-10) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica. A reunião tem o objetivo de avaliar o que foi feito nos últimos 10 anos para salvar as milhares de espécies que correm risco de desaparecimento e fixar novas metas sobre o tema. Os dados preliminares, porém, não são animadores: poucos compromissos assumidos pelos países há uma década se transformaram em realidade, e a natureza nunca esteve tão ameaçada.

Em 2000, na conferência realizada em Cartagena, na Colômbia, 175 países se comprometeram a cumprir, até este ano, 21 objetivos para a preservação da diversidade de vida no planeta. Agora que esse prazo expirou, nenhum país pode dizer que atingiu todos os objetivos presentes no documento, intitulado Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB). O Brasil passou perto e conseguiu avançar em alguns deles, como na redução do desmatamento e das queimadas, e chega à convenção como protagonista.

Para o secretário interino de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João de Deus, o Brasil tem boas condições de exercer um papel de liderança nas negociações. "Apesar de não atingir totalmente as metas, o país chega como um protagonista, tanto por abrigar a maior diversidade do planeta quanto por ter feito o possível e um pouco mais para atingir o acordado na COP-6 (de Cartagena)", afirma.

A posição confortável brasileira se deve especialmente às iniciativas de preservação da Amazônia. Quase 30% da floresta já fazem parte de reservas ambientais, e o índice de desmatamento caiu quase 75% nos últimos anos. Estudo publicado no ano passado na revista científica Biological Conservation destaca o protagonismo brasileiro. Segundo a pesquisa, desde 2003, o aumento das reservas ecológicas mundiais ocorreu lentamente, com exceção do Brasil, que criou sozinho 74% de todas essas áreas de preservação no período.

No entanto, nem todas as áreas estão em situação tão positiva, como o próprio governo admite (veja quadro). Segundo o 4º Relatório Nacional de Biodiversidade, que será apresentado pelo MMA na COP-10, apenas 3,14% dos 9.198km de costa do país estão protegidos, o tráfico de animais ainda é um sério problema e a poluição, especialmente nas áreas urbanas, ameaça o funcionamento de boa parte dos ecossistemas. "Nosso objetivo é repactuar sobre bases mais sólidas novas metas, que possam ser cumpridas e não passem apenas de um acordo de boas intenções, como acabou se tornando o atual acordo", completa João de Deus.

Entre os assuntos mais polêmicos que devem dominar a pauta da reunião de Nagoya está a distribuição equitativa dos recursos e benefícios resultantes da biodiversidade. "É um ponto complicado, pois diversos países historicamente exploram espécies e conhecimentos originários de comunidades tradicionais sem pagar nada por isso", conta Helena Paverse, coordenadora regional do Centro de Monitoramento da Conservação Mundial do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Outra questão que envolve compensação financeira e pode representar um entrave nas negociações é a ajuda financeira de países desenvolvidos às economias em desenvolvimento. "Hoje se sabe que a maior parte da diversidade está em países que ainda estão em processo de consolidação econômica. Como a biodiversidade é um bem de todos, defendemos que haja ajuda técnica e econômica dos países ricos (para a preservação)", explica Helena.

Esse tipo de ajuda já está previsto, mas corre o risco de não ser contemplado na versão final do documento gerado pela COP-10. "Muitos países defendem que os valores repassados até hoje são suficientes e que, a partir de agora, a cooperação se dê apenas no nível técnico", afirma João de Deus.

"Pessoalmente, acho uma vergonha essa ajuda não ter sido ainda aprovada. Os repasses feitos até agora não estiveram dentro do esperado. E, em vez de aumentarem, estão tentando acabar com a ajuda", reclama o secretário.

Conscientização

Apesar de as decisões que serão tomadas no Japão terem um papel importantíssimo no futuro da vida no planeta, os especialistas acreditam que uma mudança de mentalidade só será possível quando a sociedade se conscientizar de que a preservação das espécies é essencial para a sobrevivência humana. "A sociedade tem um papel muito importante, no sentido de pressionar os governos. Sem isso, jamais existirá vontade política", afirma João de Deus.

Isso também é o que defende o ambientalista francês do Centre-Sciences d'Orléans Francis Hoezelle. Ele acredita que as decisões políticas só se tornarão realidade quando houver uma mudança de cultura em toda a população. "As pessoas precisam compreender que defender a biodiversidade não é apenas trabalhar para a não extinção dos pandas. A biodiversidade vai muito além: são todos os vírus, bactérias e formas de vida que muitas vezes desprezamos", afirma o pesquisador.

Para ajudar nesse processo, Hoezelle é responsável por uma exposição interativa que percorre lugares públicos ao redor do mundo, mostrando de forma lúdica a importância da biodiversidade. "Acredito que especialmente as crianças têm um papel fundamental nesse processo. Elas serão os cidadãos do futuro e é a qualidade de vida do mundo que elas vão viver que estará em jogo, tanto pela perda de espécies, quanto pelo aquecimento global", completa.
 
Correio Brasiliense (18/10/2010)
 
 
2 - Homem está acabando com a vida na Terra, alerta diretor da ONU

Na abertura da décima edição da Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP-10), o diretor do programa para meio ambiente das Nações Unidas (ONU), Achim Steiner, foi enfático ao afirmar que o homem está acabando com a vida na Terra.


"Este é o único planeta no universo em que sabemos que existe vida como a nossa e estamos destruindo as bases que a sustentam", alertou.

O encontro começou nesta segunda-feira em Nagoya, no Japão, e termina no dia 29 de outubro. Durante estas próximas duas semanas, representantes de 193 países vão avaliar as metas de preservação ambiental assumidas para este ano e definir quais serão os próximos objetivos até 2020.

O tom pessimista pôde ser observado ainda nos discursos de outras autoridades e especialistas da área ambiental, que chegaram a afirmar que o mundo está caminhando para uma fase de extinção na mesma proporção do período em que os dinossauros desapareceram da Terra.

Para eles, a destruição da natureza tem afetado diretamente a sociedade e a economia. A ONU estima que a perda da biodiversidade custa ao mundo entre US$ 2 trilhões (R$ 3,2 trilhões) e US$ 5 trilhões (R$ 8 trilhões) por ano, principalmente nas partes mais pobres.

"(O monge budista) Teitaro Suzuki disse que 'o problema da natureza é um problema da vida humana'. Hoje, infelizmente, a vida humana é um problema para a natureza", disse o ministro do Meio Ambiente do Japão, Ryo Matsumoto.

"Temos de ter coragem de olhar nos olhos das nossas crianças e admitir que nós falhamos, individualmente e coletivamente, no cumprimento das metas prometidas no encontro de Johanesburgo (em 2002)", completou o ministro.

Matsumoto lembrou ainda que a perda da biodiversidade pode chegar a um ponto irreversível se não for freada a tempo.

"Toda a vida na Terra existe graças aos benefícios da biodiversidade, na forma de terra fértil e água e ar limpos. Mas estamos agora próximos de perder o controle se não fizemos grandes esforços para conservar a biodiversidade", disse. Sinais de esperança

Jane Smart, chefe do programa de espécies da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), disse que, apesar do problema ser grande e complexo, existem alguns sinais de esperança.

"A boa notícia é que quando nós promovemos a conservação, ela realmente funciona; gradativamente estamos descobrindo o que fazer, e quando nós fazemos, as coisas dão muito certo", disse a pesquisadora à BBC News.

"Precisamos fazer muito mais para conservar, como proteger áreas, particularmente o mar. Temos de salvar vastas áreas do oceano e os cardumes de peixes. Isso não significa que devemos parar de comer peixes, mas comer de uma forma sustentável", afirmou Jane.

O Brasil também participa do encontro e vai pressionar os países ricos para obter recursos em torno de US$ 1 bilhão (R$ 1,6 bilhão) por ano para a preservação ambiental, além de exigir metas globais mais específicas contra a perda da biodiversidade.

Outro ponto defendido pela comissão brasileira é a cobrança de royalties pelo uso de recursos vegetais e animais. A ideia é que empresas que utilizam matérias-primas provenientes de nações em desenvolvimento repassem uma parte do dinheiro às comunidades locais. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Estadão


3 - 193 países reúnem-se em Nagóia para tentar salvar "o tecido vivo do planeta"


De Jérôme Cartillier (AFP) – há 2 dias



PARIS — Representantes de 193 países reúnem-se a partir desta segunda-feira em Nagóia, centro do Japão, para esboçar um plano destinado a frear a erosão da diversidade biológica ou biodiversidade, o "tecido vivo do planeta".

A 10ª Conferência das partes da Convenção sobre a Diversidade Biológica deverá durar 12 dias, com a participação do conjunto de países que firmaram este tratado aprovado na Cúpula da Terra, a Eco-92, realizada no Rio de Janeiro.

A exploração exagerada dos recursos, a poluição, a modificação dos hábitats, as espécies exóticas invasoras e a mudança climática ameaçam numerosas espécies animais e vegetais.

Uma espécie de anfíbios em três, uma de pássaro em oito, mais de um mamífero em cinco e mais de uma espécie conífera em quatro estão ameaçadas de extinção. O empobrecimento também afeta os genes e os ecossistemas, constituindo-se em ameaça real para numerosos setores, em primeiro lugar os relacionados à alimentação.

O que se pode esperar da grande missa meio ambiental de Nagói, ponto culminante do ano mundial da biodiversidade, quando o sabor amargo da cúpula de Copenhague sobre o clima, de dezembro de 2009, ainda pode ser sentido?

Na mesa das negociações estão três assuntos básicos: fixar novos objetivos para frear a perda de espécies antes de 2020, chegar a um acordo internacional sobre as condições de acesso das indústrias do Norte aos recursos genéticos dos países do Sul, esboçar a evolução da ajuda aos países mais pobres para proteger seus recursos naturais.

A busca de base jurídica para a partilha equitativa dos benefícios conseguidos com a exploração dos recursos genéticos - esencialmente plantas, para a utilização farmacológica e na indústria do cosmética - estará no centro dos debates.

A última sessão das negociações sobre o assunto, em Montreal, no final de setembro, finalizou com uma nota pessimista: o texto de 20 páginas que servirá de base às conversações de Nagóia está cheio de parênteses nos pontos mais sensíveis (campo de aplicação, efeito retroativo, por exemplo).

"É preciso chegar a um acordo" em Nagóia, advertiu no início de outubro ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

De forma mais ou menos explícita, vários países do Sul vincularam a negociação à criação de uma espécie de "IPCC, Intergovernmental Panel on Climate Change, sobre a biodiversidade", que permitiria, tal como ocorre na luta contra a mudança climática, dispor de um instrumento de medida confiável para guiar políticos responsáveis por decisões relativas ao setor.

Batizado IPBES, esse organismo poderá ser aprovado pela assembleia geral das Nações Unidas - nas semanas posteriores a Nagóia- antes do final de sua 65ª sessão, em dezembro.
 
Google Notícias
 
4 - Conferência da ONU discute alternativas para reduzir perda de biodiversidade
 
Longe de alcançar a meta global de reduzir significativamente a perda de biodiversidade até 2010, mais de 190 países começam a discutir hoje (18) em Nagoya, no Japão, um possível plano B para frear a perda de espécies e a destruição de ecossistemas do planeta. Até o dia 29, a cidade vai sediar a 10ª Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (COP-10).


O principal debate deverá ser a definição de novo prazo para reduzir a taxa de perda de biodiversidade. Estabelecido em 2002, o compromisso atual era reduzir o ritmo da destruição da natureza até este ano, mas não foi cumprido por nenhum país. Das 21 submetas, nenhuma foi alcançada integralmente.

Segundo relatório divulgado na última semana pela organização não governamental WWF, o planeta já perdeu 30% da biodiversidade. Nos países tropicais, o percentual de perda chega a 60% da fauna e flora originais.


Além de repactuar as metas de conservação, os governos terão pelo menos outros dois grandes nós na negociação: regulamentar o acesso e a repartição dos benefícios da biodiversidade (ABS, na sigla em inglês) e acertar interesses de países ricos e pobres para o financiamento de ações de conservação.

A definição de um protocolo de ABS criaria regras internacionais para uso da biodiversidade, regulando, por exemplo, o repasse de recursos a um país por um remédio produzido a partir de um produto de suas florestas.

Dono de pelo menos 15% da biodiversidade do planeta, o Brasil pode ser um dos protagonistas da reunião. Em documento oficial apresentado à convenção da ONU, o governo reconhece ter cumprido apenas duas das 51 metas nacionais de proteção da biodiversidade. No entanto, segundo os ministérios do Meio Ambiente e das Relações Exteriores, o Brasil é um dos países com mais resultados a apresentar em Nagoya, entre eles a redução do desmatamento na Amazônia e a criação de áreas de preservação.

Durante a negociação, a orientação da diplomacia brasileira é condicionar a adoção de compromissos ambiciosos à garantia de financiamento e transferência de tecnologia por parte dos países ricos.

O Brasil também defenderá a criação de um painel científico para a biodiversidade, nos moldes do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o IPCC. A ideia é que o grupo produza conhecimento para subsidiar decisões políticas para frear a perda de biodiversidade.

A expectativa é que a COP da Biodiversidade não repita o fracasso da negociação internacional sobre mudança climática, que na última rodada, em Copenhague (Dinamarca), em dezembro de 2009, terminou sem nenhum acordo formal assinado.


Fonte: Agência Brasil

domingo, outubro 17, 2010

Consciente Coletivo - Episódio 01


Conheça essa série de vídeos do Canal Futura. Muito bom recurso didático, abraços, Bere.

Where the Hell is Matt? (2008)


Vale ver esse vídeo e outros do Matt dançando em todos os cantos do mundo!
Abraços, Bere.

Palestra e lançamento de livro sobre Comunicação Ambiental durante a FIMAI 2010

Palestra e lançamento de livro sobre Comunicação Ambiental durante a FIMAI 2010




Nos dias 09, 10 e 11 de novembro, no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo, estará sendo realizada a Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade (FIMAI 2010), ocasião em que a Rede Brasileira de Informação Ambiental (Rebia) estará presente com uma palestra seguida de debates sobre COMUNICAÇÃO AMBIENTAL e o stand 56D onde serão disponibilizados produtos e informações sobre o trabalho da REBIA, além do lançamento de mais um livro de Vilmar S. D. Berna, o 20º de sua carreira literária, sobre o tema “Comunicação Ambiental: Reflexões e práticas em educação e comunicação Ambiental”, publicado pela editora Paulus.

A palestra acontecerá no dia 10, no Pavilhão Azul, com início às 19 h e término às 20 h, e terá como debatedores o jornalista Dal Marcondes, editor geral da Envolverde e autor da apresentação do livro, o publicitário Rogério Ruschel e o jornalista Fabrício Fonseca Ângelo, autor do capítulo especial do livro sobre o histórico do jornalismo científico ambiental no país .

Segundo Vilmar, a mudança que todos queremos e precisamos rumo a uma sociedade sustentável, resulta de nossas escolhas. “Escolhas essas que são baseadas nas informações que recebemos, e é isso que abordamos nos textos”, afirma.


Nesta nova publicação Berna apresenta experiências vividas desde o ínicio da década de 80, quando ajudou a fundar a Univerde e a ONG Defensores da Terra. “A democratização da informação Ambiental é estratégica para a sensibilização e mobilização da população à um modelo econômico mais justo e ambientalmente correto”, ressalta o autor.

A feira

Considerada como a mais importante feira do setor de Meio Ambiente Industrial na América Latina, a FIMAI apresenta-se como excelente opção para mostrar o que há de melhor e mais avançado em nível mundial, sendo um grande atrativo para investidores e empresários nacionais e internacionais que desejam estreitar contatos com empresas do setor, fazer negócios e expandir sua rede de relacionamentos comerciais. Novas tendências, inovações tecnológicas, práticas ambientais bem sucedidas e pró-atividade nos setores socioambiental é a marca registrada dos expositores da feira, transformando o evento em um centro gerador de experiências e de negócios importantes.

MAIS INFORMAÇÕES:

SOBRE A FIMAI 2010:

SOFIA JUCON - (11) 3917-2878 / (11) 9613-2279 / 0800 77 01 449

E-mail: redação@rmai.com.br

Site: www.fimai.com.br


SOBRE A REBIA:

http://www.portaldomeioambiente.org.br/rebia/o-que-e-a-rebia.html

SOBRE O NOVO LIVRO COMUNICAÇÃO AMBIENTAL:


MAIS INFORMAÇÕES E CONTATOS COM O AUTOR:

VILMAR S. D. BERNA - www.escritorvilmarberna.com.br

Editor da Revista do Meio Ambiente e do Portal do Meio Ambiente www.portaldomeioambiente.org.br

Fundador da REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental - www.rebia.org.br

E-mail: vilmar@rebia.org.br

Trav. Gonçalo Ferreira, 777 - casarão da Ponta da Ilha, Jurujuba, Niterói, RJ 24370-290

Telfax: (21) 2610-2272 / Celulares (21) 9994-7634 e 7883-5913 / Rádio comunidador ID 12*88990

sábado, outubro 16, 2010

Itaú vai distribuir gratuitamente 8 milhões de livros infantis

A partir de 11 de outubro o Itaú vai distribuir gratuitamente 8 milhões de livros infantis - demora um pouco para abrir o site:



Entre no site e cadastre-se para receber.

Divulgando Lançamento de Livro

Livro do Cheida prefaciado pela Marina Silva

- O senhor pode me passar o gás carbônico? – interrogou a árvore.
Mas que conversa de restaurante fino era aquela no fundo do meu quintal?
- Perdoe-me, não havia compreendido – respondi.
- Não há de que. Estamos tão habituados com o que funciona que nem nos damos conta. As pessoas se esquecem que o normal é que é extraordinário.

Você se lembra daquela crônica semanal, chamada Recado do Cheida? Pois é... ela acaba de virar um livro, pela Editora Aymará, com 40 daquelas e outras crônicas, sob o título Bichos, Plantas e seus parentes. O livro é prefaciado pela Senadora Marina Silva.
Quero, então, convidar você para este belo lançamento, que acontecerá em dois momentos:

Em Curitiba:
Dia 18 de outubro, segunda-feira, a partir das 19h30
Local: Livrarias Curitiba – Shopping Estação

Em Londrina:
Dia 26 de outubro, terça-feira, a partir das 19h30
Local: Livrarias Curitiba – Shopping Catuaí

Aguardo você para um bom papo.
Um forte abraço,
Cheida.

A Árvore da Montanha



Essa música infantil, além de ser bem tradicional é um rico recurso pedagógico. O vídeo é simples, mas bem feito, com imagens bem significativas.

Educar é Construir Pontes



Educar é
compartilhar a vida
compreendendo-a
como uma oportunidade
permanente
de aprendizados
e ensinamentos.
Bere Adams

Parabéns, professoras/es, TODOS OS DIAS, pela dedicação!

quarta-feira, outubro 13, 2010

Projeto Aula na Praça ou no Parque

Projeto Aula na Praça ou no Parque

Em homenagem ao Parcão de Novo Hamburgo/RS, o Projeto Apoema – Educação Ambiental lança o projeto Aula na Praça ou no Parque. Este projeto pretende incentivar a utilização de parques e praças como espaços pedagógicos e lançar um desafio a todos os docentes: o de aplicarem aulas em um parque ou praça que fique próximo da escola. O objetivo é integrar as crianças nestes ricos espaços públicos, além de valorizar estes espaços urbanos quase esquecidos pelas administrações públicas e, por consequência, pela população em geral. Sugere-se uma série de atividades que podem ser enriquecidas com atividades planejadas pelos docentes que aderirem. Aqueles que quiserem compartilhar suas experiências poderão enviar o registro das atividades e resultados até o dia 15 de novembro de 2010 para publicação neste blog e no site do Projeto Apoema – Educação Ambiental www.apoema.com.br.

Roteiro básico:

- escolha da praça ou parque (para a escolha do parque ou praça consulte a turma e faça uma eleição);
- agendamento da saída;
- autorização da direção e dos pais;
- organização do material;
- se necessário, contratar condução;
- atividades pedagógicas de preparação antes da saída (pesquisa com as crianças sobre parques e praças da cidade, ou do bairro – levantamento da flora e da fauna do município – entrevista com pais/ou parentes das crianças sobre suas vivências em parques e praças – atividades criativas com temáticas parques e praças – atividades interdisciplinares com as temáticas);
- atividades a serem realizadas no parque ou na praça (brincadeiras de rodas cantadas, pular corda, jogos com bola monitorados pela professora, rodas de leitura, jogos pedagógicos ao ar livre, desenho de árvores e animais, modelagem com argila, piquenique, observação de pássaros ;
- atividades pedagógicas após o passeio (relatos orais sobre o passeio, relatos escritos sobre o que mais chamou a atenção, painel com desenho coletivo sobre a atividade, criação de um informativo sobre praças do bairro ou da cidade).

Dados para o registro da atividade para publicação no Projeto Apoema – Educação Ambiental

Nome da professora:
Nome da Escola:
Endereço completo da escola:
Praça ou parque visitado:
Endereço do local visitado:
Descrição resumida das atividades realizadas:
Resultados:
Impressões sobre a atividade realizada:

Enviar o registro das atividades para bere@apoema.com.br até o dia 15 de novembro de 2010.

Clique aqui para baixar o arquivo completo do projeto Aula na Praça ou no Parque, com leituras adicionais selecionadas com dicas e sugestões de centenas de atividades pesquisadas na internet.

Amo o Parcão de Novo Hamburgo: Abaixo-assinado no Parcão pelo Parcão

Amo o Parcão de Novo Hamburgo: Abaixo-assinado no Parcão pelo Parcão: "  Abaixo-assinado organizado pelo Movimento Roessler. O futuro de presente: Mamães e papais assinando a herança que querem deixar para ..."

O título do post é link para conferir ação do Movimento Roessler em prol do Parcão, no blog.

Meses atrás trocamos mensagens a respeito das futuras alterações no Parcão, publicadas na última edição do caderno miNHa Cidade, da Prefeitura de NH. Muitas pessoas já conversaram comigo, entre elas educadores e ambientalistas, sobre as ilustrações que evidenciam uma “reestruturação” do mesmo, um tanto preocupante.

Fontes das ilustrações:
http://an.novohamburgo.rs.gov.br/arquivos/File/Jornal_Prefeitura/Jornal_PMNH_3.pdf

Após ver as imagens e em concordando ser um projeto que interferirá de forma drástica na “saúde” do Parcão (isto sem falar da suposta Rua Florença que querem abrir cortando o Parque), entramos no site da prefeitura http://an.novohamburgo.rs.gov.br/ e enviamos mensagens pelo link “Fale conosco”, manifestando preocupação e solicitando que as mudanças não causem impactos nesta área já tão sofrida.

O Parcão corre perigo de se tornar puramente uma área de lazer e turismo – conforme se refere a ele a matéria, ao invés de área a ser recuperada e preservada.

Tive como resposta para a mensagem enviada ao Fale com a Agência de Notícias da Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo

"Oi Berenice

O que acontece é que a imagem é apenas uma maquete ilustrativa. Se fosse demonstrado na maquete a vegetação, não daria para ilustrar "materialmente" o projeto. Repare que no desenho, a parte evidenciada com obras é a já existente, a quadra poliesportiva fica no local onde hoje é a quadra de areia, o parquinho no parquinho, etc.
O parque é uma grande área verde dentro da área urbana, um local do qual todos nos orgulhamos muito e, certamente a vegetação nativa, as nascentes d'água e a fauna são defendidos no projeto.
Aproveito para convidá-la para a audiêncai pública do Parcão, uma reunião que ocorre na noite desta quinta-feira, onde será apresentado o plano de manejo do local, um documento que regulamenta a utilização do parque. Um estudo bem completo realizado pela prefeitura, a partir da iniciativa do prefeito Tarcísio, e que visa justamente defender, nesta e nas futuras administração, a utilização correta do Parcão".

(Diogo Fernandes - Comunicação PMNH - 3594-9916)

Não fui a reunião, mas quem foi saiu frustrado... De lá pra cá as ações em prol do Parcão estão florescendo, como este abaixo-assinado que divulgo. Toda manifestação e participação é válida para exercermos nossa cidadania ambiental.

Manifeste-se, participe, para que possamos cuidar mais desse tão precioso espaço nossa cidade (clique aqui para baixar o arquivo para coleta de assinaturas e depois encaminhe-as para o Movimento Roessler - se você não for daqui - RS/NH - procure participar de ações da sua realidade, certamente devem ter muitas à sua espera!).

Berenice Gehlen Adams
www.apoema.com.br

sexta-feira, outubro 08, 2010

Somos a principal causa da extinção das espécies

Somos a principal causa da extinção das espécies



Esta semana (de 4 a 10 de outubro) é de comemoração pela Proteção da Fauna. Em todos os cantos ocorrem ações para a valorização e proteção dos animais.

Sabe-se que a fauna brasileira enfrenta enormes prejuízos, desde a sua extinção em ambientes silvestres, até os maus tratos em ambientes urbanos, porém, algumas iniciativas apontam resultados satisfatórios na minimização de problemas relacionados à fauna silvestre.

Como exemplo destaca-se um projeto desenvolvido pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), localizada no litoral do Paraná, que realizou monitoramento de ninhos do papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) - espécie ameaçada de extinção - e verificou que 73 filhotes sobreviveram a predadores, chuvas e parasitas.

Conforme a entidade pesquisa-dora, 125 ninhos foram monitorados, durante outubro e fevereiro de 2009, nas Ilhas Rasa, Gamelas e Grande, no litoral do Paraná. A maioria dos filhotes que voaram eram de ninhos artificiais, o que demonstra a importância destes como estratégia de conservação da espécie.

Ainda segundo a SPVS, os fatores que levaram a não obtenção do sucesso dos 105 filhotes fazem parte da natureza como doenças, parasitas e predação natural. “Entretanto, um dos ninhos naturais não seguiu esta regra, pois foi destruído e os filhotes foram roubados para provavelmente serem vendidos no comércio ilegal de animais silvestres! É importante salientar que o roubo de ninhos diminuiu consideravelmente após as ações do projeto no litoral do Paraná, mas infelizmente ainda acontece. A retirada de animais na natureza é uma das principais causas que levam a extinção de espécies”, afirma a coordenadora do projeto e bióloga Elenise Sipinski.

Ações como esta estão sendo realizadas em diversas localidades e muitos projetos de Proteção à Fauna vêm ganhando cada vez mais fôlego e força com o engajamento da sociedade, visivelmente mais sensibilizada com as questões ambientais. Fica a sugestão de que educadores pesquisem com seus alunos ações como esta, em sua realidade. Bom trabalho!


Bere Adams

Informativo Apoema Nº 77
http://www.apoema.com.br/

quinta-feira, outubro 07, 2010

Insustentabilidade nos transportes

A mobilidade e o desenvolvimento do setor de transportes tendem a ser cada vez mais significativos para o crescimento econômico do país. Espera-se como consequência a sobrecarga na estrutura viária e a elevação das emissões de gases do efeito estufa. Devemos ampliar a discussão sobre o modelo em que o setor de transporte do país está fundamentado, por estar ambientalmente incorreto, socialmente injusto e economicamente inviável. Todos os dias, em São Paulo, são registrados cerca de 500 nascimentos e 800 licenciamentos de veículos. Em 2002, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média de filhos era de 2,26 filhos por mulher fértil. Em capitais como Curitiba há 1,6 carros por pessoa; em São Paulo, 1,85 e em Belo Horizonte, 2,13.
Em média, atualmente, as pessoas têm mais carros do que filhos nessas capitais. O planejamento das cidades brasileiras ainda é deficiente, gerando concentração de pessoas e elevada demanda por transporte viário. Em 2002, pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) já registrava que o custo gerado pelo tempo gasto em congestionamentos chegava a R$ 266 milhões/ano e cada pessoa gastava cerca de um ano de vida em congestionamentos. As restrições ambientais para os veículos em países desenvolvidos fizeram com que a indústria automobilística migrasse sua produção para países de menor inspeção veicular ambiental e com amplo potencial de mercado.

Paralelamente, a competitividade em escala mundial demanda mais velocidade produtiva, que pressupõe uma maior frequência de entregas e um aumento da participação de veículos de carga na composição do tráfego. A matriz de transportes de carga brasileira é composta em 62% pelo modal rodoviário, 20% pelo ferroviário e 18% pelo aquaviário. Já países de grande extensão territorial, como Estados Unidos, China e Canadá, movimentam mais por transporte ferroviário e aquaviário. A situação piora quando enfrentamos a falta de planejamento e investimento público na infraestrutura viária nacional.

O Brasil tem 1,6 milhão quilômetros de malha rodoviária, sendo 211 mil pavimentados (70% estão em condição regular de tráfego). Os investimentos em infraestrutura de transportes no país correspondem a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), quando deveriam ficar entre 5% e 6% como em países do Primeiro Mundo. A frota brasileira de caminhões de carga apresenta idade média dos veículos acima de 20 anos, sendo que 20% correspondem às máquinas com idade superior a 30 anos. Devemos passar a estimular programas de reciclagem de veículos e renovação de frota como em países europeus, nos EUA, no México e na Argentina. Eles contam com unidades de tratamento de veículos fora de uso vinculadas aos centros de pesquisa em reparação e segurança viária, além de incentivos governamentais.

Os automóveis são responsáveis por 20% das emissões de gases do efeito estufa e 70% das emissões referentes ao setor de transporte. A matriz energética dos veículos é outro ponto a se destacar, pois os tão comentados veículos elétricos não se apresentam como a alternativa mais viável ao nosso país. O etanol, além de quase neutralizar as emissões de gás carbônico, evitaria gastos com a troca da infraestrutura de abastecimento e seria a energia renovável mais condizente. Com as projeções otimistas para a economia em cenários de crescimento, o setor de produção de combustíveis e o de transportes deve experimentar novos rumos tecnológicos e de investimentos públicos.

A renovação da frota e reciclagem de veículos, a minimização das emissões com alternativas coletivas de trânsito e combustíveis menos poluentes, programas governamentais de controle, investimento e incentivo, além das necessárias soluções de mobilidade urbana, serão peça-chave não apenas na qualidade de vida das cidades, mas para a integridade dos direitos sociais, da preservação ambiental e do desenvolvimento econômico sustentável do país.

Comentário a parte: Já faltam estradas para tantos veículos! Mais um exemplo do nosso modelo insustentável de viver. Bere Adams.

Apoema Cursos On-line

quarta-feira, outubro 06, 2010

VIII Simposio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas discute Biomas Brasileiros

VIII Simposio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas discute Biomas Brasileiros.

A 8ª edição do Simposio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas está programado para o período de 30/10 a 02/11/2010 na cidade de Guarapari ES.

Especialistas brasileiros discutirão, em conferencias e mesas redondas, os princípios, técnicas, perspectivas e desafios da reabilitação e restauração de biomas brasileiros, sua biodiversidade , riqueza, serviços que prestam e valores em risco. A Mata Atlantica terá um workshop para apresentação de experiências temáticas por instituições públicas e privadas e ONGs.

Temas como recuperação de voçorocas, nascentes e ambientes fluviais estarão na pauta, além da apresentação de aproximadamente 170 trabalhos técnico-científicos na forma oral e em pôsters sobre recuperação de áreas degradadas pela mineração, agropecuária, estradas, barragens e outras grandes obras.

Complementa o simpósio, a preleção dos seguintes minicursos:

1-Pensamento Sistêmico Aplicado à Restauração Ecológica;
2-Recuperação de Ecossistemas Aquáticos Degradados;
3-Garantia de Qualidade em Amostragem para Investigação de Áreas Degradadas;
4-Manejo Biotécnico na Estabilização de Encostas e Taludes Fluviais;
5-Avaliação de Árvores de Risco no Meio Urbano;
6-Adequação Legal e Ambiental de Propriedades Rurais;
7-Estradas Rurais e a Variável Ambiental e,
8- Geoprocessamento Aplicado à Recuperação de Áreas Degradadas.

Inscrições e mais informações em: www.sobrade.com.br

Apoio: Embrapa Florestas

terça-feira, outubro 05, 2010

SIMPÓSIO COMEMORATIVO DOS 15 ANOS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECURSOS HÍDRICOS:

Apresentação
 
O Simpósio Comemorativo dos 15 anos do Curso de Especialização em Educação Ambiental e Recursos Hídricos, evento promovido pelo Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA), contará com a participação de professores, alunos, ex-alunos e funcionários que ao longo desses 15 anos construíram este espaço de diálogo transdisciplinar referente às questões ambientais.
O evento será realizado na cidade de São Carlos-SP, no Campus I da USP (anfiteatro Jorge Caron) no período de 13 a 15 de dezembro de 2010.
 
Objetivos
 
O Simpósio tem como objetivo proporcionar um fórum de debates e intercâmbio de experiências nos âmbitos local, regional e nacional, abordando temas relevantes para a educação ambiental.
Não menos importante, nesta oportunidade contaremos também e principalmente com os trabalhos produzidos pelos alunos e ex-alunos durante o curso como forma de caracterizar e avaliar a produção nas áreas de ensino, pesquisa e multiplicação de conhecimentos, realizado pelo referido curso durante seus 15 anos de existência.
Além do mais, o evento proporcionará momento único de encontro e integração entre as várias turmas, caracterizando a expansão e fortalecimento da “Família CRHEA” da Educação Ambiental.
 
Normas de apresentação dos trabalhos
 
Os resumos deverão ser fornecidos em arquivos que utilizem o formato de processador de texto Word 97 ou superior. Não serão aceitos figuras ou gráficos e o número de caracteres aceitos será de no máximo 1500, incluindo espaços em branco.
O texto deverá ser formatado para um tamanho de página A4, com margens superior, inferior e direita de 2 cm. A margem esquerda deverá ser de 3 cm. Deve ser empregada fonte Times New Roman, corpo 12 justificado. O título deverá ser em negrito e caixa alta. O espaçamento entre as linhas deverá ser simples.
Após o título deverão aparecer o nome, formação e instituição do(s) autor(es). Em seguida deverão constar o endereço, telefone e endereço eletrônico dos autores. Estas informações devem ser em Times New Roman 11, espaçamento simples e centralizado.
Os trabalhos selecionados deverão ser apresentados em formato de pôster (0,90 x 1,00 m) durante o evento.

Envio de Resumos – Data limite
 
Os interessados em divulgar seus trabalhos devem enviar os resumos para o e-mail ea.crhea@sc.usp.br.
 
Envio de resumos até dia 19 de novembro de 2010.
 
Taxa de Inscrição
 
A taxa de inscrição deverá ser paga mediante depósito identificado* no Banco do Brasil
Ag.: 0295-X Conta: 3.707-9
Favorecido: FIPAI
O comprovante de depósito deverá ser enviado para o e-mail – ea.crhea@sc.usp.br.
 
* não utilizar caixa eletrônico.
 
Até o dia 31/10/2010
de 01/11/2010 a 19/11/2010
Graduandos
R$ 80,00
R$ 100,00
Pós-Graduandos
R$ 100,00
R$ 120,00
Profissionais
R$ 100,00
R$ 120,00
 
Após essas datas inscrições somente no evento.
O pagamento das inscrições dará direito a sacola ecológica, contendo CD dos anais dos trabalhos apresentados no evento e livros digitais, camiseta, caneca e demais materiais que serão utilizados no evento.
 
 
ATENÇÃO!!!
 
Para os alunos do curso de especialização (turma de 2009/2010) o envio dos resumos e a participação no simpósio serão obrigatórios para que o certificado de especialistas em Educação Ambiental possa ser emitido.
 
Inscrições:
 
Preencher a ficha de inscrição (modelo para download) e enviar anexado juntamente com o comprovante de pagamento da taxa para o e-mail ea.crhea@sc.usp.br.  
 
Obs.: A programação está em fase de fechamento, podendo ocorrer alguma modificação.
  
Informações Adicionais
Eventuais dúvidas, ligar para (16) 3373 8260 e falar com Tatiane, América ou Matheus. Ou envie e-mail para: ea.crhea@sc.usp.br.

 
PROGRAMAÇÃO


13/12/2010
 
v 8:00 horas – Credenciamento
v 9:30 horas - Cerimônia de Abertura
v 10:00 horas – Palestra de Abertura “Transformação de Utopia em Realidade”
Palestrante: Prof. Luiz Augusto Passos (UFMT).
12:00 horas – Almoço
v 14:00 horas – Mesa Redonda “Comunidades Tradicionais”: Como manter a tradição em um mundo globalizado?”
 
 
Componentes da Mesa:
 
Antonio Carlos Diegues – NUPAUB - USP (SP)
Kaka Werá – Fundação Peirópolis e UNIPAZ - Instituto Arapoty
Silvia Regina Paes – FATEC, São Sebastião (SP)
Jair Schmitt – NEPECAB/UFAM - IBAMA ( Brasília)
 
v 18:00 horas – Encerramento
v 18:30 horas – Coquetel Musical
 
14/12/2010
 
v 8:00 horas – Mesa Redonda “Construção do Ser Humano Integral”
 
Componentes da Mesa:
 
Michele Sato – UFMT (Cuiabá)
Dalton de Souza Amorim – USP (Ribeirão Preto)
Lucia Helena Gratão – UEL (Londrina)
Farid Nourani – UNESP ( Rio Claro)
 
 
v 12:00horas – Almoço
v 14:00horas – “Utopias que se transformaram em realidade” - Relatos de alunos e ex-alunos.
v 16:00 a 18:00horas – Apresentação de Painéis
v Lançamento do novo livro do Prof. Genebaldo Freire Dias: “Dinâmicas e Instrumentação para Educação Ambiental”.
v  18:00 ás 20:00horas – Espaço Cultural
“Orquestra de Violeiros de São Carlos”
Local: Salão de Eventos do CEFER/USP
 
15/12/2010
 
v 8:00 horas – Mesa Redonda -“Caminhos viáveis para a Transformação de Utopia em Realidade”.
 
Componentes da Mesa:
 
Izabel Cristina de Moura Carvalho – PUC (RS)
Berenice Gehlen Adams – APOEMA Produções Para didáticas ( RS)
Irani Cristina Silvério Tirelli – Colégio Salesiano – Lorena (SP)
Gilberto Passos de Freitas – Tribunal de Justiça (SP)
Solange Terezinha de Lima Guimarães – UNESP (Rio Claro)
 
v 13:00 horas – Almoço
v 15:00 horas - Palestra de encerramento
Genebaldo de Freire Dias – PUC (Brasília)
“Avaliação Final e leitura do documento “Propostas para a Construção de um Mundo Melhor”
Espaço Cultural
Orquestra Sinfônica da UFSCar
Local: Salão de Eventos do CEFER/USP
Entrega dos Certificados 
 
DATAS IMPORTANTES: 
 
CRONOGRAMA

Envio de resumos
até 19/11/2010*


Pagamentos com desconto
até 31/10/2010

Graduandos – R$ 80,00
Pós-Graduandos e Profissionais – R$ 100,00

Pagamentos sem desconto
de 01/11/2010 a 19/11/2010

Graduandos – R$ 100,00
Pós-Graduandos e Profissionais – R$ 120,00

Evento

13, 14 e 15 de dezembro de 2010
* Após dia 19 de novembro de 2010 inscrições somente no evento.