sábado, novembro 27, 2010

Peça de teatro de Educação Ambiental

Peça de teatro de Educação Ambiental

O Projeto Apoema - Educação Ambiental apresenta, pela segunda vez, a peça "Vovó Gepeta, uma vovó diferente". Desta vez a apresentação foi na EMEF Caldas Júnior, em Novo Hamburgo/RS. As apresentações ocorreram em dois turnos e encantou a garotada da escola.

A peça é narrada por Berenice Gehlen Adams - também autora do roteiro - e apresenta uma senhora (artista plástica Maria Helena Bueno) que tem muita vontade de ter netos. A história é um pouco verdade e outro pouco inventada. Gepeta entra em cena, conversa com as crianças e vai descansar em sua cadeira de retalhos coloridos. Em seu sonho aparecem muitos bonecos, todos de sucata, e lhes falam versos pedindo para serem seus netos. Ela acorda inspirada e vai trabalhar. Tempos depois, sai do seu Atelier trazendo uma grande caixa enfeitada, e de lá vai tirando, um a um, os bonecos e as bonecas que ela fez, e que serão seus netos.

A peça tem o objetivo de ser instrumento pedagógico. Trabalha questões ambientais além de resgatar a figura da avó que pouco a pouco vem perdendo importância na vida das crianças.

O Projeto Apoema - Educação Ambiental está buscando apoio para percorrer as escolas municipais da região do Vale dos Sinos (RS) em 2011.

Veja um pouco como foi o espetáculo:


Bere Adams narrando a história enquanto Vovó Gepeta descansa...



Vovó Gepeta com sua grande caixa de surpresas.


Ela vai abrir a caixa...

Mas esperem... os bonecos são surpresa... Vamos pular essa parte e ir direto para o fim!


A história termina após a Vovó Gepeta apresentar, um a um, seus netos bonecos, e volta a descansar em sua cadeira de retalhos de tecido.

Quer apoiar? Conhece alguém que quer apoiar? Então escreva para bere@apoema.com.br



10 estratégias de manipulação midiática

10 estratégias de manipulação midiática



publicada terça-feira, 23/11/2010 às 10:45 e atualizada terça-feira, 23/11/2010 às 11:02


O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:


1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.


O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.


2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.


Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.


3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.


Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.


4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.


Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.


5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.


A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.


6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.


Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…


7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.


Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.


8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.


Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…


9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.


Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!


10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.


No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.


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Enviado por
MSc Fabyo Luiz Pereira
UFSC - POSMEC - LabCET
Address: Campus Universitario, s/nº
Zip code: 88040-900 - PO Box: 476
Florianopolis - Santa Catarina - Brazil
Phone: +55 48 3721-9390 - Extension: 213


http://www.labcet.ufsc.br/

Fonte: http://www.rodrigovianna.com.br/outras-palavras/noam-chomsky-10-estrategias-de-manipulacao-midiatica-2.html

sexta-feira, novembro 26, 2010

Universidade Federal de Santa Maria lança periódicos

A Universidade Federal de Santa Maria lança periódicos


REGET - A Revista em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental tem como objetivo divulgar trabalhos científicos em nível de graduação e pós-graduação (Latu e Stricto Sensu) inseridos nas linhas temáticas de Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental. Além disso, disponibilizar eletronicamente artigos científicos vinculados ao ensino, pesquisa e extensão que se enquadrem nas três linhas temáticas propostas. É uma publicação com periodicidade quadrimestral, compreendendo um volume por ano com três números. A Revista publica artigos originais, revisões, atualizações, estudos de casos e/ou relatos de experiências, resenhas, e resumos de teses e dissertações em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental com especial ênfase em originalidade e relevância científica.


REGET - www.ufsm.br/reget  


Revista Monografias Ambientais - REMOA-CCR/UFSM
A Revista Eletrônica "Monografias Ambientais" tem como objetivo atender a demanda de produção científica vinculada, tanto ao Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental da UFSM, quanto a todos os cursos/programas da UFSM e de outras IES que trabalhem com a temática educação ambiental.

REMOA - www.ufsm.br/remoa



quinta-feira, novembro 25, 2010

Informativo Apoema 84.

Olá pessoal!



Já está disponível o Informativo Apoema 84.


http://www.apoema.com.br/informe_apoema84.pdf  




A edição trata sobre a Educação Ambiental e sua inserção no sistema de ensino e apresenta uma sugestão de atividade para a valorização da identidade cultural, entre outras informações. Bom proveito à todos e até semana que vem!




Alice Adams e Bere Adams


http://www.apoema.com.br/




Para quem quiser receber por e-mail, associe-se ao grupo do Informativo Apoema pelos links abaixo


Endereços de e-mail do grupo
Link relacionado: http://www.apoema.com.br
Enviar mensagem: informativo_apoema@yahoogrupos.com.br
Entrar no grupo: informativo_apoema-subscribe@yahoogrupos.com.br – enviar mensagem em branco e sem assunto

Aprendendo a ler o mundo com sensibilidade

Aprendendo a ler o mundo com sensibilidade
Bere Adams

A criança que inicia sua leitura de mundo está com todos os sentidos “a flor da pele”. É preciso aproveitar pedagogicamente este momento no qual o corpo da criança pulsa de curiosidade, oferecendo oportunidades para que ela possa refletir sobre sensações e emoções que ocorrem durante os processos de aprendizagem, desde o início de suas vidas escolares.


Atualmente, perde-se muito o contato com percepções por diversos motivos, entre eles, a demanda de atividades que aumenta devido ao modo de vida social que foi construído com base nos modos de produção e consumo.


Para as crianças, este processo de perda das suas percepções em relação ao meio ambiente ocorre, principalmente, pela falta de contato com espaços naturais e pela falta de experiências corporais que promovem a utilização dos sentidos. A escola, na maioria das vezes, mantém sua base de sistematização de ensino na pedagogia tradicional, que é basicamente direcionada para o desenvolvimento do cognitivo de seus educandos, e pouco voltada para o desenvolvimento sensorial destes.


Nesse sentido, a Educação Ambiental passa a ser uma potente ferramenta pedagógica para o desenvolvimento das potencialidades sensoriais. Aguçar a percepção ambiental através de atividades de sensibilização oportunizará às crianças o desenvolvimento, tanto das suas potencialidades cognitivas quanto de suas potencialidades sensoriais. Isto resulta em uma aprendizagem mais significativa, uma vez que promove a vivência corporal da criança, além do envolvimento cognitivo que se dá a partir de atividades rotineiras realizadas em aulas tradicionais como a realização de leituras, pesquisas, exercícios dos mais diversos que são realizados em livros e/ou cadernos, e tarefas.


Informativo Apoema 80 – OUT/2010

sexta-feira, novembro 19, 2010

Informativo Apoema 83 - Educação Ambiental

Olá!


Já está disponível o Informativo Apoema 83, informativo de Educação Ambiental


A edição apresenta um texto reflexivo sobre mudanças da visão que temos de “mundo”, sugere uma atividade dinâmica que pode ser adaptada para diferentes temáticas, indica um livro e dá mais algumas dicas como: a de acessar o Sistema Nacional de Informação em Educação Ambiental - SIBEA. Façam bom proveito!



Clique aqui para acessar a edição atual!
e clique qui para acessar as edições anteriores!




Alice e Bere Adams
http://www.apoema.com.br/

Para receber o informativo por e-mail, associe-se no grupo abaixo.

Endereço do grupo:
http://br.groups.yahoo.com/group/informativo_apoema/

quarta-feira, novembro 17, 2010

Cartilha: Perguntas e respostas sobre aquecimento global

Cartilha: Perguntas e respostas sobre aquecimento global


Esta cartilha foi desenvolvida e publicada pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) em parceria com a Woods Hole Research Center (WHRC). Seus autores: Erika de Paula Pedro Pinto, Paulo Moutinho, Liana Rodrigues, Flávia Gabriela Oyo França, Paula Franco Moreira e Laura Dietzsch, nos esclarecem e nos informam por meio de perguntas e respostas sobre os diferentes tópicos que abrangem o fenômeno: aquecimento global.

Fonte: http://patriciaeducadora.blogspot.com/

Para baixar a cartilha clique aqui

sexta-feira, novembro 12, 2010

Projeto Aula na Praça ou no Parque

Projeto Aula na Praça ou no Parque


Praça de Santa Cruz do Sul/RS - Foto: Pedro Adams

(Escolas que enviarem os 5 primeiros registros receberão um exemplar do livro "Educação ambiental da teoria à prática")

Participe com sua escola e compartilhe a experiência!

Em homenagem ao Parcão de Novo Hamburgo/RS, o Projeto Apoema – Educação Ambiental lança o projeto Aula na Praça ou no Parque. Este projeto pretende incentivar a utilização de parques e praças como espaços pedagógicos e lançar um desafio a todos os docentes: o de aplicarem aulas em um parque ou praça que fique próximo da escola. O objetivo é integrar as crianças nestes ricos espaços públicos, além de valorizar estes espaços urbanos quase esquecidos pelas administrações públicas e, por consequência, pela população em geral. Sugere-se uma série de atividades que podem ser enriquecidas com atividades planejadas pelos docentes que aderirem. Aqueles que quiserem compartilhar suas experiências poderão enviar o registro das atividades e resultados até o dia 15 de dezembro de 2010 para publicação no Blog e no site do Projeto Apoema – Educação Ambiental.
Roteiro básico:

- escolha da praça ou parque (para a escolha do parque ou praça consulte a turma e faça uma eleição);
- agendamento da saída;
- autorização da direção e dos pais;
- organização do material;
- se necessário, contratar condução;
- atividades pedagógicas de preparação antes da saída (pesquisa com as crianças sobre parques e praças da cidade, ou do bairro – levantamento da flora e da fauna do município – entrevista com pais/ou parentes das crianças sobre suas vivências em parques e praças – atividades criativas com temáticas parques e praças – atividades interdisciplinares com as temáticas);
- atividades a serem realizadas no parque ou na praça (brincadeiras de rodas cantadas, pular corda, jogos com bola monitorados pela professora, rodas de leitura, jogos pedagógicos ao ar livre, desenho de árvores e animais, modelagem com argila, piquenique, observação de pássaros ;
- atividades pedagógicas após o passeio (relatos orais sobre o passeio, relatos escritos sobre o que mais chamou a atenção, painel com desenho coletivo sobre a atividade, criação de um informativo sobre praças do bairro ou da cidade).

Dados para o registro da atividade para publicação no Projeto Apoema – Educação Ambiental

Nome da(o) Professora(or):
Nome da Escola:
Endereço completo da escola:
Praça ou parque visitado:
Endereço do local visitado:
Como percebeu a atividade?
Obs.Podem conter até 5 fotos de baixa resolução para divulgação no Blog do Projeto Apoema – Educação Ambiental.
Enviar o registro das atividades para bere@apoema.com.br até o dia 15 de dezembro de 2010.

No assunto colocar: Relato aula na praça (ou no parque)

www.apoema.com.br
http://projetoapoema.blogspot.com/

 (Baixe texto completo com sugestões de atividades e textos adicionais, arquivo em pdf aqui )

quinta-feira, novembro 11, 2010

Artigo (Vilmar Berna) - O novo ambientalismo para a sustentabilidade

Artigo (Vilmar Berna) - O novo ambientalismo para a sustentabilidade


O ambientalismo compara-se a uma corrida de bastão com obstáculos. Quando um cansa ou pára, outro continua. Assim, apesar de muitos terem morrido, cansado ou desistindo, a luta continuou e continua, cada vez mais complexa, à medida que cresce a compreensão na sociedade que não basta ser ambientalmente correto sem ser também socialmente justo e viável economicamente.

Se antes, bastava ser cidadão ou cidadã indignados para cobrar por direitos ambientais, agora é preciso também dominar conceitos e conhecimentos complexos sobre meio ambiente, tecnologias limpas, gestão, educação, comunicação, ecoeficiência, legislação ambientais, ecologia política, ecologia humana, economia sustentável, e tudo isso num ambiente de mudanças muito rápidas em que para se manter atualizado e não ser ultrapassado pelos fatos é preciso participar de várias redes sociais, redes de informações, ler muito, dispor-se a estudar EIA/RIMA (Estudos de Impacto Ambientais), participar de audiências publicas, acompanhar e fiscalizar o cumprimento de medidas compensatórias, mitigadoras e reparadoras de empreendimentos que produzem impactos socioambientais, etc.

A formação desse novo ambientalista não ocorrera por um acaso, pensando nisso e como forma de contribuir para a formação e o fortalecimento da cidadania para a sustentabilidade é que, desde janeiro de 1996, os voluntários que fazem a REBIA (Rede Brasileira de Informação Ambiental) vêem contribuindo sem fins lucrativos para oferecer informações de qualidade e atualizadas diariamente através do Portal e da Revista do Meio Ambiente, e assegurado espaço democrático e interativo através de seus fóruns de debates de alcance nacional.

Além disso, a REBIA tem investido na realização de cursos a distância nas áreas de Educação Ambiental, Gestão Ambiental e Comunicação Ambiental, em parceria com a UFF (universidade Federal Fluminense), no apoio e divulgação de literatura sobre estes temas, na realização de cursos-oficinas presenciais destinados principalmente a lideranças comunitárias, jornalistas, professores, gestores públicos e privados além de outros formadores e multiplicadores de Informação, como os realizados pelos voluntários da REBIA durante os Fóruns Sociais Mundiais, em Porto Alegre e em Belém.

Antes, bastava assegurar a democratização da informação ambiental. Agora, precisamos ir além. Precisamos contribuir na capacitação e na formação dos líderes do futuro, capazes de saberem ler as idéias nas entrelinhas, de terem suas próprias idéias e expressá-las adequadamente, pois os rumos da sociedade em direção à sustentabilidade irá resultar de nossas escolhas e de nossa capacidade de negociar conflitos e interesses.

*Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista, fundou a REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental e edita deste janeiro de 1996 a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente (http://www.portaldomeioambiente.org.br/). Em 1999, recebeu no Japão o Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente e, em 2003, o Prêmio Verde das Américas – http://www.escritorvilmarberna.com.br/

(Por Vilmar Berna*, Portal do Meio Ambiente, Envolverde, 10/11/2010)

Aproveite para conhecer os cursos de Educação Ambiental à Distância da Apoema Cursos on-line

http://www.amigosdanatureza.net/apoema
Nova Edição (20): Mundo de Plástico

"Mundo de Plástico: Hora de Pensar alternativas para as embalagens"



Editorial: Não há dúvidas que as embalagens facilitam muito o nosso dia a dia, pois tudo aquilo que compramos e consumimos são embalados. Alguns produtos recebem até uma embalagem adicional, visto que quando saímos das compras, com dois ou três produtos (já embalados), ainda usamos a famosa sacolinha plástica. Mas nem sempre isso foi assim...

Tenho como lembrança de infância de que alguns produtos eram vendidos a granel e empacotados em cartuchos de papel. Lembro também que naquela época alguns consumidores preferiam levar suas próprias embalagens (vasilhas) de casa. A maioria dos produtos era in-natura e preparados posteriormente para consumo. As bebidas de grande giro (geralmente refrigerantes e cervejas) eram somente comercializados em embalagens de vidro retornáveis. Desse tempo para cá muita coisa mudou!

Vamos relembrar do momento em que as empresas começaram a explorar comercialmente suas próprias embalagens, principalmente para facilitar o nosso cotidiano com a diversidade em seus produtos. Um grande “avanço” começou com a utilização das embalagens descartáveis, geralmente de plástico, pois eliminava a logística de retorno e também passava uma nova cultura de que o descartável era mais limpo e higiênico.

Sem contar nesse período o valor agregado que essas embalagens passaram a trazer aos produtos. Infelizmente não posso encerrar esse parágrafo com a mesma frase do anterior “desse tempo para cá muita coisa mudou”.

Atualmente esse modelo combinado de alto consumo com embalagens descartáveis persiste e vem trazendo, cada vez mais, grandes impactos devido a quantidade de resíduos gerados. E de quem é a responsabilidade? Só das empresas que necessitam vender mais porque a demanda é crescente? Só dos consumidores que deveriam ser mais conscientes no momento do descarte? A nova lei dos resíduos irá trazer soluções efetivas? Ou devemos encontrar uma alternativa conjunta?
Sem dúvida é um tema complexo e de difícil solução e que queremos aprofundar um pouco mais nessa edição essa discussão. Vamos abordar aqui o ecodesign e as novas tecnologias de embalagens que impactam menos o meio ambiente, mas conscientes de que a solução ainda está muito distante.

TRANSFORMANDO UTOPIA EM REALIDADE Evento terá participação de Geaian@s (Grupo de Educação Ambiental da Internet).

Evento terá participação de Geaian@s (Grupo de Educação Ambiental da Internet).



SIMPÓSIO COMEMORATIVO DOS 15 ANOS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECURSOS HÍDRICOS:


TRANSFORMANDO UTOPIA EM REALIDADE

13, 14 e 15 de dezembro de 2010


Apresentação
O Simpósio Comemorativo dos 15 anos do Curso de Especialização em Educação Ambiental e Recursos Hídricos, evento promovido pelo Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA), contará com a participação de professores, alunos, ex-alunos e funcionários que ao longo desses 15 anos construíram este espaço de diálogo transdisciplinar referente às questões ambientais.

O evento será realizado na cidade de São Carlos-SP, no Campus I da USP (anfiteatro Jorge Caron) no período de 13 a 15 de dezembro de 2010.


Objetivos
O Simpósio tem como objetivo proporcionar um fórum de debates e intercâmbio de experiências nos âmbitos local, regional e nacional, abordando temas relevantes para a educação ambiental.

Não menos importante, nesta oportunidade contaremos também e principalmente com os trabalhos produzidos pelos alunos e ex-alunos durante o curso como forma de caracterizar e avaliar a produção nas áreas de ensino, pesquisa e multiplicação de conhecimentos, realizado pelo referido curso durante seus 15 anos de existência.

Além do mais, o evento proporcionará momento único de encontro e integração entre as várias turmas, caracterizando a expansão e fortalecimento da “Família CRHEA” da Educação Ambiental.


Normas de apresentação dos trabalhos
Os resumos deverão ser fornecidos em arquivos que utilizem o formato de processador de texto Word 97 ou superior. Não serão aceitos figuras ou gráficos e o número de caracteres aceitos será de no máximo 1500, incluindo espaços em branco.

O texto deverá ser formatado para um tamanho de página A4, com margens superior, inferior e direita de 2 cm. A margem esquerda deverá ser de 3 cm. Deve ser empregada fonte Times New Roman, corpo 12 justificado. O título deverá ser em negrito e caixa alta. O espaçamento entre as linhas deverá ser simples.

Após o título deverão aparecer o nome, formação e instituição do(s) autor(es). Em seguida deverão constar o endereço, telefone e endereço eletrônico dos autores. Estas informações devem ser em Times New Roman 11, espaçamento simples e centralizado.

Os trabalhos selecionados deverão ser apresentados em formato de pôster (0,90 x 1,00 m) durante o evento.


Envio de Resumos – Data limite
Os interessados em divulgar seus trabalhos devem enviar os resumos para o e-mail ea.crhea@sc.usp.br.

Envio de resumos até dia 19 de novembro de 2010.


Taxa de Inscrição
A taxa de inscrição deverá ser paga mediante depósito identificado* no Banco do Brasil

Ag.: 0295-X Conta: 3.707-9

Favorecido: FIPAI

O comprovante de depósito deverá ser enviado para o e-mail – ea.crhea@sc.usp.br.
* não utilizar caixa eletrônico.



Até o dia 31/10/2010 de 01/11/2010 a 19/11/2010

Graduandos R$ 80,00 R$ 100,00

Pós-Graduandos R$ 100,00 R$ 120,00

Profissionais R$ 100,00 R$ 120,00



Após essas datas inscrições somente no evento.

O pagamento das inscrições dará direito a sacola ecológica, contendo CD dos anais dos trabalhos apresentados no evento e livros digitais, camiseta, caneca e demais materiais que serão utilizados no evento.

ATENÇÃO!!!
Para os alunos do curso de especialização (turma de 2009/2010) o envio dos resumos e a participação no simpósio serão obrigatórios para que o certificado de especialistas em Educação Ambiental possa ser emitido.

Inscrições:
Preencher a ficha de inscrição (modelo para download) e enviar anexado juntamente com o comprovante de pagamento da taxa para o e-mail ea.crhea@sc.usp.br.

Obs.: A programação está em fase de fechamento, podendo ocorrer alguma modificação.

Informações Adicionais

Eventuais dúvidas, ligar para (16) 3373 8260 e falar com Tatiane, América ou Matheus. Ou envie e-mail para: ea.crhea@sc.usp.br.

PROGRAMAÇÃO


13/12/2010



 8:00 horas – Credenciamento

 9:30 horas - Cerimônia de Abertura

 10:00 horas – Palestra de Abertura “Transformação de Utopia em Realidade”

Palestrante: Prof. Luiz Augusto Passos (UFMT).

12:00 horas – Almoço

 14:00 horas – Mesa Redonda “Comunidades Tradicionais”: Como manter a tradição em um mundo globalizado?”


Componentes da Mesa:

Antonio Carlos Diegues – NUPAUB - USP (SP)
Kaka Werá – Fundação Peirópolis e UNIPAZ - Instituto Arapoty
Silvia Regina Paes – FATEC, São Sebastião (SP)
Jair Schmitt – NEPECAB/UFAM - IBAMA ( Brasília)


 18:00 horas – Encerramento

 18:30 horas – Coquetel Musical



14/12/2010

 8:00 horas – Mesa Redonda “Construção do Ser Humano Integral”



Componentes da Mesa:



Michele Sato – UFMT (Cuiabá)

Dalton de Souza Amorim – USP (Ribeirão Preto)

Lucia Helena Gratão – UEL (Londrina)

Farid Nourani – UNESP ( Rio Claro)





 12:00horas – Almoço

 14:00horas – “Utopias que se transformaram em realidade” - Relatos de alunos e ex-alunos.

 16:00 a 18:00horas – Apresentação de Painéis

 Lançamento do novo livro do Prof. Genebaldo Freire Dias: “Dinâmicas e Instrumentação para Educação Ambiental”.

 18:00 ás 20:00horas – Espaço Cultural

“Orquestra de Violeiros de São Carlos”

Local: Salão de Eventos do CEFER/USP


15/12/2010


 8:00 horas – Mesa Redonda -“Caminhos viáveis para a Transformação de Utopia em Realidade”.



Componentes da Mesa:



Izabel Cristina de Moura Carvalho – PUC (RS)

Berenice Gehlen Adams – APOEMA Produções Para didáticas ( RS)

Irani Cristina Silvério Tirelli – Colégio Salesiano – Lorena (SP)

Gilberto Passos de Freitas – Tribunal de Justiça (SP)

Solange Terezinha de Lima Guimarães – UNESP (Rio Claro)



 13:00 horas – Almoço

 15:00 horas - Palestra de encerramento

Genebaldo de Freire Dias – PUC (Brasília)

“Avaliação Final e leitura do documento “Propostas para a Construção de um Mundo Melhor”

Espaço Cultural

Orquestra Sinfônica da UFSCar

Local: Salão de Eventos do CEFER/USP

Entrega dos Certificados


DATAS IMPORTANTES:


CRONOGRAMA



Envio de resumos

até 19/11/2010*

Pagamentos com desconto

até 31/10/2010

Graduandos – R$ 80,00

Pós-Graduandos e Profissionais – R$ 100,00


Pagamentos sem desconto

de 01/11/2010 a 19/11/2010

Graduandos – R$ 100,00

Pós-Graduandos e Profissionais – R$ 120,00

Evento


13, 14 e 15 de dezembro de 2010

* Após dia 19 de novembro de 2010 inscrições somente no evento.

FICHA DE INSCRIÇÃO

Solicite para matedu@uol.com.br

terça-feira, novembro 09, 2010

Pedras no Caminho - Fernando Pessoa


Pedras no Caminho - Fernando Pessoa

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.


Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...


(Fernando Pessoa)
Fernando Pessoa (Lisboa, 13 de junho de 1888 - Lisboa, 30 de novembro de 1935)

Livro aborda educação ambiental e sustentabilidade

Livro aborda educação ambiental e sustentabilidade



Lançamento será em Itajaí
por Wagner Jose Mezoni - Assessoria de Comunicação e Marketing Institucional Univali
Itajaí - Educação ambiental e desenvolvimento sustentável são temas do livro "Sustentabilidades em diálogos" que será lançado pela editora Univali no dia 9 de novembro.
Organizado pelos pesquisadores Antonio Fernando Guerra e Mara Figueiredo, a publicação propõe a discussão sobre a crise civilizatória e questões socioambientais assim como sobre os dilemas causados pelas escolhas individuais na atualidade e as conseqüências para o futuro.
O lançamento será na Biblioteca Central do Campus da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) em Itajaí, a partir das 18h30. O livro, com 224 páginas, já pode ser adquirido, aos custo de R$ 45,00 nas livrarias universitárias ou pelo http://www.univali.br/editora . 
Antonio Fernando S. Guerra
Professor-pesquisador
Universidade do Vale do Itajaí - Itajaí - SC
Programa de Pós-Graduação Mestrado em Educação
Grupo de Pesquisa "Educação, Estudos Ambientais e Sociedade"
Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental - www.reasul.org,br
E-mail: guerra@univali.br
Fones: (47)33417516 - ramal 8005 - (47)91244925

segunda-feira, novembro 08, 2010

Elos da Água

Vídeo desenvolvido pela ONG Elo Ambiental

Muito didático e de excelente qualidade. Assista e utilize como recurso em suas aulas.

Fica a sugestão de hoje, abraços,

Bere.

domingo, novembro 07, 2010

Jogo de Educação Ambiental

Jogo de Educação Ambiental



Faz algum tempo que elaborei um jogo de Educação Ambiental para abordar assuntos de forma lúdica. O jogo, as brincadeiras são ferramentas importantes para verificarmos como andam nossos alunos em relação aos assuntos estudados, então, para quem ainda não conhece, segue a dica:

Jogo de Educação Ambiental "PARE E PENSE"!

Berenice Gehlen Adams



Regras do Jogo "Pare e Pense!"




Objetivo: incentivar a reflexão e a discussão sobre temáticas ambientais de forma lúdica.


Faixa etária: a partir de 10 anos.


Público: diferentes grupos de diferentes contextos. Se forem grupos grandes poderão ser feitos sub-grupos.


Referências: o jogo "Pare e Pense!" é uma adaptação do conhecido jogo "STOP", que é jogado com o auxílio de uma grade impressa com várias colunas para cada letra do alfabeto (com exceção das letras K, Y e W por serem pouco utilizadas em palavras da língua portuguesa). As colunas das letras do jogo "STOP" traziam: Nome, Cidade, Estado, Cor, Fruta, etc. Cada coluna do "Pare e Pense!" é relacionada a uma temática ambiental, e as palavras escritas para cada letra, nas colunas, deverão ser do contexto daquela temática para valer pontuação.


Material necessário: Cada jogador precisa de uma tabela e caneta ou lápis.


Desenvolvimento:


- Para iniciar a partida, um dos jogadores - a combinar pelo grupo - diz o "A" oralmente e prossegue recitando o abecedário mentalmente: B, C, D, E, ... e outro jogador - também previamente combinado -, em um determinado momento diz: "Pare e Pense!". A letra em que estava na seqüência mental é dita oralmente, e todos começam a preencher com palavras, as colunas daquela letra, assim que ela é pronunciada.


- O primeiro que concluir todas as colunas - podendo deixar algumas em branco, caso não encontre palavra com aquela letra para associar à temática - diz: "Pare!". Neste momento, todos devem parar de escrever, e um por um começa a dizer suas palavras e justificar por que. O grupo decide se a palavra associada vale pontos ou não, uma vez que ela deve ter relação lógica e fundamentada a temática.


- Cada palavra aceita, vale 10 pontos. Na última coluna vai a soma dos pontos.


- O mesmo procedimento anterior é feito para nova rodada. Caso caia na mesma letra, o jogador deve iniciar o abecedário até que o "PARE" indique nova letra. Como são muitas letras e toma muito tempo preencher todo o quadro, o jogo pode ser interrompido e retomado em outro momento até que se complete a tabela das letras e temáticas.


- Aqueles jogadores que deixaram colunas em branco podem preenchê-las posteriormente com palavras ditas pelos colegas, marcando uma estrelinha para indicar inclusão, após a rodada.


- Ao final, somam-se os pontos totais e tem-se o vencedor. Ter ou não essa pontuação pode ser opção do grupo, pois a idéia é fazer muitas associações e discussões sobre as temáticas abordadas.


- As regras devem ser previamente combinadas, pois a clareza é fundamental. Podem ser utilizados dicionários ou glossários de estudo antes das atividades.


- As temáticas podem ser escolhidas pelo grupo ou pelo/a monitor/a da atividade.



Bom jogo a todos!



Clique aqui para a TABELA do JOGO "PARE E PENSE!" com as temáticas definidas!




Clique aqui para a TABELA do JOGO "PARE E PENSE!" com colunas das temáticas em branco para serem escolhidas pelo grupo ou pelo/a monitor/a da atividade!




Berenice Gehlen Adams


Projeto Apoema - Educação Ambiental


www.apoema.com.br

sábado, novembro 06, 2010

Carta da Terra - Preâmbulo

Carta da Terra - Preâmbulo


"Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a

humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais

interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes

promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica

diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade

terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade

sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na

justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que

nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a

grande comunidade da vida, e com as futuras gerações".
 
 
FAÇA ALGO!
Não fique no mundo da LUA!

Frase

Frase


A responsabilidade de todos é o único caminho para a sobrevivência humana.

[Dalai Lama]

Soluções simples para grandes problemas com resíduos

Soluções simples para grandes problemas com resíduos




O vídeo mostra o que acontece quando cada um rsolve fazer a sua parte, juntos!

"VAMOS PRECISAR DE TODO MUNDO,
UM MAIS UM É SEMPRE MAIS QUE DOIS".
(BETO GUEDES)

Dica prática para descartar resíduos domésticos sem sacolinhas

Saco de Jornal


Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa. Se o lixo é limpo, como de escritório, pode ir direto p a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro, o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A ideia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:



1. Você pode usar de 1 a 3 folhas de jornal juntas, para q o saquinho fique + resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca.

2. Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, mantendo a base para baixo.

3. Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.

4. Vire a dobradura “de barriga para baixo”, escondendo a aba que você acabou de dobrar.

5. Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda.

6. Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.

7. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.

8. Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura.

9. Abrindo a parte de cima, eis o saquinho.

10. É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo.

11. Pronto!



Fonte: http://meumundosustentavel.com/2010/saco-de-jornal/

sexta-feira, novembro 05, 2010

Frase

"Sentado nesta cadeira de madeira
em frente a esta mesa de madeira
cercado de elefantes de madeira
e com o lápis de madeira na mão.
Vou começar um artigo cínico
Defendendo a preservação das florestas".

Millôr Fernandes

Reportagem e texto sobre a polêmica do Parcão de Novo Hamburgo/RS

Acompanhe a polêmica sobre a abertura de rua em área de preservação




Relembrando o texto publicado em outubro...


A rua no Parcão vai sair?

Sim, se ficarmos de braços cruzados, e não, se exercermos nossa cidadania ambiental.

O Parque Henrique Luis Roessler (Parcão) de Novo Hamburgo/RS é uma Unidade de Conservação Ecológica que tem 54 hectares de mata nativa. Sua estrutura abrange área de lazer, além de espaço para a prática de atividades físicas. Essa é uma descrição técnica do espaço, porém, ele é muito mais do que isto. Para saber mais basta conferir o Blog Amo o Parcão, da professora Adriana Backes Macedo. Vale, e muito, conferir as informações minuciosas que ela disponibiliza oportunizando conhecimento com mais profundidade sobre a importância de preservarmos este espaço.

Pois este precioso espaço natural sofrerá indevidas interferências se depender da administração pública da nossa cidade, que pretende abrir uma rua dentro de desta área de preservação (Parcão), apesar de manifestos da população contrários a esta ideia, mas será mesmo que seremos ouvidos?

E a polêmica vai acelerando os movimentos cardíacos das pessoas que se preocupam com a preservação ambiental do local.

Várias pessoas que tem acompanhado os trâmites comentam que já está tudo decidido, que não tem mais volta, que a rua Florença sai sim, no Parcão. Será mesmo?

Eu, particularmente, prefiro acreditar que estas pessoas estejam equivocadas, se não, com que “cara” nós vamos olhar para nossas crianças para falar que eles precisam ajudar a cuidar do meio ambiente, se as pessoas que nos representam andam na contra mão da Educação Ambiental com tais posturas?

As crianças estudaram a situação, se mobilizaram, viram que abrir uma rua dentro de uma área de preservação é, no mínimo, incoerente, seja qual for o motivo ou justificativa dada como, por exemplo, a de desafogar o trânsito do bairro histórico da cidade (e levar esse trânsito para dentro de uma área de preservação é a solução?).

Cada vez mais penso que se não capacitarmos nossos políticos, nossos “representantes”, sobre as questões ambientais, nós, educadores ambientais, viveremos em permanente contradição.

Precisamos fazer cumprir a Lei Nº 9.795/99 que institui a Educação Ambiental no País, e assim como empresas que cometem crimes ambientais são penalizadas, nossos representantes também deveriam receber punições quando estimulam e elaboram projetos descabidos como este, que fere terras e lutas de anos e anos, quando querem dilacerar uma área preservada que foi criada e conquistada a duras penas.

A solução será ampliar a mobilização e convocar a população a ficar de pé, de mãos dadas, em frente às máquinas, para impedir essa atrocidade, se é que ela vai mesmo acontecer. Temos que ficar atentos e continuar lutando pela preservação do nosso Parcão.

Berenice Gehlen Adams
Pedagoga e Especialista em Educação Ambiental
Coordenadora do Projeto Apoema
Novo Hamburgo/RS

GEAI - Grupo de Educação Ambiental da Internet

Rede do Grupo de Educação Ambiental da Internet (GEAI)





Se você quer saber quase tudo e um pouco mais sobre Educação Ambiental (eventos, cursos, lançamentos, notícias, textos reflexivos, debates periódicos, etc), participe do GEAI/ Grupo de Educação Ambiental da Internet, maior Rede de EA independente - fundada em 2000. São mais de 800 participantes do Brasil e alguns estrangeiros. Do GEAI nasceu a revista virtual Educação Ambiental em Ação. Para participar, você se inscreve e, após aprovado pela moderação, já começa a receber, via e-mail, mensagens relacionadas às questões de EA e ambientais. No início recebem várias de uma vez só para que se jam informados/as sobre os assuntos tratados no grupo. Mas as mensagens são pequenas - sem anexos e somente texto -, não pesam na caixa postal e há a opção de recebimento de um resumo diário - uma mensagem por dia, basta solicitar à moderação. Saiba como funciona e participe da forma mais construtiva possível, podendo optar por somente acompanhar as mensagens como leitores/as


Em maio o GEAI que completou 10 anos de muita troca de informação, efetivou muitos laços.

Para participar, basta se inscrever

Os inscritos recebem as mensagens em um único endereço de e-mail. Experimente, Participe! Conheça!

O endereço é GEAI - Grupo de Educação Ambiental da Internet

http://br.groups.yahoo.com/group/geai2002/


Para conhecer a revista clique abaixo:



ABRAÇOS!
Bere Adams.

quinta-feira, novembro 04, 2010

Sugestão de Livro

Natureza, Cultura e Meio Ambiente
Conceito do Leitor: Seja o primeiro a opinar
Autor: CESAR, CONSTANÇA MARCONDES
Editora: ALINEA

Assunto: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - ECOLOGIA



Sinopse: Impondo-se no cenário filosófico brasileiro como obra instigante que leva à discussão de relevantes temas como; natureza, cultura e meio ambiente, este livro apresenta um mosaico, pelo qual se delineiam tendências epistemológicas e éticas, defendidas por grandes autores brasileiros e estrangeiros provenientes de campos diversos do saber, os quais, por suas argumentações, conseguem mostrar novos caminhos e novas soluções para problemas vitais de um mundo que é, hoje, subjugado pela dominação científico-tecnológica. Esse leque plural e multifacetado reúne perspectivas que têm em comum o fato de abordarem questões similares, cujo objetivo primordial é encontrar soluções para uma maior integração entre o humano e a natureza.

Fonte: Livraria Cultura
 

quarta-feira, novembro 03, 2010

Uma Nova Ciência para a Cultura da Sustentabilidade

Uma Nova Ciência para a Cultura da Sustentabilidade


Bere Adams



Dia 5 de novembro comemora-se o Dia da Cultura e da Ciência, uma data, no mínimo, interessante para se fazer uma reflexão. Vamos começar por pensar sobre cada um destes conceitos.

Segundo o Dicionário Michaelis on-line, a palavra Cultura pode ter significados diversos: Ação, efeito, arte ou maneira de cultivar a terra ou certas plantas; terreno cultivado; vários significados na área da Biologia; estudo; desenvolvimento intelectual; civilização; conhecimentos; técnicas e artefatos, padrões de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade; conteúdo social; tipos de casas, entre outros. A maioria dos significados são focados no contexto das formas de vida dos seres humanos.

Agora veremos o conceito Ciência. Conforme o mesmo dicionário, Ciência também possui diversos significados: ramo de conhecimento sistematizado como campo de estudo ou observação e classificação de fatos; erudição, instrução, literatura; soma dos conhecimentos práticos que servem a determinado fim; conhecimentos humanos considerados no seu todo, segundo a sua natureza e progresso; conhecimento das coisas práticas da vida.

A partir destes conceitos pode-se concluir que é a partir da Cultura e da Ciência que os seres humanos evoluem como civilização, porém, essa evolução cultural e científica tem um preço alto a  ser pago: as consequências incalculáveis da má utilização dos processos científicos e tecnológicos que formaram a atual sociedade do consumo. Basicamente faltou uma análise das consequências de tudo o que foi criado e inventado ao longo da história, e esse processo se acelerou há pouco mais de 50 anos num ritmo assustador, que precisa ser freado para a sustentabilidade da vida.

Então, fica a reflexão sobre a nossa Cultura e sobre o poder da Ciência. É preciso que a Ciência se redescubra em si mesma no que se refere a devolver ao ambiente o que lhe é devido: uma nova forma de viver, uma nova Ciência para a Cultura da Sustentabilidade.

Biodiversidade: O mundo se aflige, o Brasil esquece

Biodiversidade: O mundo se aflige, o Brasil esquece

(Washington Novaes)

Não terá sido por falta de informações sobre a gravidade da situação dos recursos naturais no mundo que foram tão difíceis as negociações no Japão, desde a semana passada, no âmbito da Convenção da Diversidade Biológica. Enquanto ali se sucediam os impasses, na Assembleia-Geral da ONU era apresentado um relatório sobre o direito à alimentação em que se afirma que a cada ano são perdidos no mundo 30 milhões de hectares cultivados, ou 300 mil quilômetros quadrados, área equivalente à da Itália, mais que o Estado de São Paulo – por causa de degradação ambiental e urbanização. “500 milhões de pequenos agricultores sofrem de fome porque seu direito à terra é atacado”, diz o documento (France Presse, 22/10).

A redução da biodiversidade significa perdas anuais entre US$ 2 trilhões e US$ 4,5 trilhões, confirma o relatório Economia de Ecossistemas e Biodiversidade, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). O relatório da Global Footprint Network diz que a sobrecarga já imposta aos recursos naturais pela atividade humana exigirá (ou exigiria) que em 2030 precisemos de mais um planeta como a Terra para mantermos os formatos e o ritmo. Em 40 anos se perderam 30% da biodiversidade global. E 71 países já enfrentam déficits na área dos recursos hídricos.

É preciso começar a computar nos cálculos do produto interno bruto (PIB) de cada país as perdas sofridas por esse caminho, diz o Pnuma. E inevitavelmente faz lembrar mais uma vez o falecido secretário nacional do Meio Ambiente José Lutzenberger, segundo quem não há nada melhor para aumentar o PIB que um terremoto – porque os prejuízos não são incluídos nessas contas e o valor da reconstrução é todo adicionado.

O fato é que as perdas são brutais. E um dos setores em que isso se tem tornado mais evidente é o dos ecossistemas marinhos, embora o I Censo Marinho Global diga (Agência Estado, 10/10) que os anos dourados das descobertas da riqueza de espécies dessas áreas ainda estejam por vir. Até agora foram identificadas 250 mil espécies marinhas e os cientistas acreditam que haja pelo menos mais 750 mil – fora milhões de espécies de micróbios (90% da biodiversidade oceânica), que talvez sejam bilhões. A situação mais grave é a dos corais, por causa da acidificação das águas. De acordo com a Organização Mundial para a Alimentação e a Agricultura (FAO), da ONU, três quartos das espécies de peixes estão em perigo no mundo todo, próximas do esgotamento, por causa de pesca excessiva, inclusive em lagos e outros ecossistemas continentais, afetados pelo carreamento de nutrientes das lavouras.

No Brasil, segundo estudo publicado na revista Nature (Estado, 30/9), a situação é grave principalmente no Sudeste e no Nordeste. Rios e lagos contribuem hoje com pelo menos 13 milhões de toneladas anuais de pescado, que podem chegar a até 30 milhões, afirma o Pnuma (20/10). É uma atividade particularmente importante para a geração de proteínas para crianças e de trabalho para mulheres.

Umas das razões para a gravidade da situação nos oceanos está na falta de zonas costeiras e marinhas protegidas. No Brasil mesmo, são apenas 1,5% do total, segundo o experiente diretor de Conservação da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias (Estado, 3/10), quando a proposta no Japão foi de proteger pelo menos 20% dos ecossistemas em terra e no mar. Menos de 10% das espécies marinhas em águas brasileiras são conhecidas.

E há uma “bomba de tempo” à espera nos oceanos, alerta a revista New Scientist (4/9/10): o imenso estoque de óleo diesel acumulado nos porões de milhares de navios afundados durante a 2.ª Guerra Mundial, que faz parecer brincadeira de criança o recente vazamento de petróleo no Golfo do México, 20 vezes menor do que aquele estoque. O apodrecimento dos cascos levará a vazamentos nas próximas décadas.

Diante de todo esse quadro, não podem deixar de preocupar muito os rumos impostos à captura de pescado pelo nosso Ministério da Pesca, principalmente o recente edital (O Eco, 27/7) que abre as águas brasileiras para embarcações estrangeiras, navios que serão arrendados, com isenção fiscal, para incentivar a pesca de atum espadarte. Será uma festa para frotas que já recebem 1 bilhão em subsídios da União Europeia. Isso quando são conhecidos os estudos oficiais do Revizee, que consideram ameaçadas 80% das espécies marinhas brasileiras pescadas – enquanto o Ministério não deixa de apregoar seu objetivo de multiplicar por dez a tonelagem pescada.

Da mesma forma, não podem deixar de inquietar editais do Ministério que abrem novas áreas em terra e no mar. A aquicultura já aumentou a produção em 44% entre 2007 e 2009. A produção total brasileira de pescado subiu 25% em oito anos e chegou a 1.240 mil toneladas em 2009. Na aquicultura foram 416 mil toneladas em 2009 (quando muitos estudos internacionais dizem que na aquicultura o consumo de recursos é maior que a produção); na pesca extrativa, 825 mil toneladas. Mas “a gestão pesqueira é um caos”, dizem os especialistas (Estado, 3/10). E o Ministério do Meio Ambiente quer controlar a expansão, trafegando na direção contrária à do Ministério da Pesca – que em sete anos teve suas dotações orçamentárias ampliadas de R$ 11 milhões para R$ 803 milhões, 73 vezes mais. Nesse período, a produção de pescado passou de 990 mil toneladas anuais para menos de 1,3 milhão de toneladas (Estado, 26/6).

É evidente que o quadro brasileiro precisa ser repensado. Seja pelo contraste entre os objetivos oficiais no setor e o que dizem estudos sobre a situação das espécies pescadas, seja pela grave situação dos recursos marinhos no mundo, enfatizada pelos estudos e discussões na Convenção da Diversidade Biológica. Não há como não levar a sério os diagnósticos e não caminhar para políticas adequadas em matéria de conservação. As futuras gerações vão cobrar.

Washington Novaes é jornalista.

(EcoDebate, O Estado de S.Paulo, 03/11/2010)

Divulgando ações de colegas e parceiros

segunda-feira, novembro 01, 2010

A História do Cap and Trade

A História do Cap and Trade

Dos mesmos diretores de A História das Coisas, neste novo filme animado a autora, Annie Leanard, revela os riscos dos esquemas de Wall Street e das grandes companhias energéticas que se escondem por trás do mercado de carbono.

* traduzido e legendado pela equipe do Cine-clube Socioambiental Crisantempo
 
   

MMA divulga vencedores do Prêmio Chico Mendes 2010

MMA divulga vencedores do Prêmio Chico Mendes 2010



O Ministério do Meio Ambiente divulgou o nome dos vencedores do Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente 2010. Serão distribuídos R$ 140 mil e diplomas na cerimônia de entrega do prêmio, em 23 de novembro, no Centro Comunitário da UnB. A comissão julgadora avaliou 105 projetos de diferentes regiões do Brasil, nos 18 e 19 de outubro.

Os vencedores de cada categoria são: Liderança Individual, Sérgio Roberto Lopes, do Acre; Organização da Sociedade Civil, Fundação Viver Produzir e Preservar, do Pará; Negócios Sustentáveis, Fundação Vitória Amazônica, do Amazonas; Educação Ambiental, Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia; Saúde e Meio Ambiente, Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina Hospital São Paulo; Município, Paragominas, do Pará.

O julgamento foi feito com base em critérios de efetividade, impacto social e ambiental, potencial de difusão, originalidade, adesão e participação social. A organização do prêmio é do Departamento de Articulação de Políticas para a Amazônia e Controle do Desmatamento.

A categoria Municípios não recebe premiação em dinheiro, apenas o diploma. O concurso foi criado em 2002 para valorizar trabalhos realizados e desenvolvidos em prol da conservação do meio ambiente da Amazônia Legal. É o reconhecimento da contribuição de seus realizadores ao processo de melhoria da qualidade ambiental.



Fonte: http://www.aquiacontece.com.br/

1º CineAmbiente

1º CineAmbiente

Assista aos curtas



Ambientalistas, autoridades e representantes de empresas ambientalmente responsáveis assistiram, nesta sexta-feira (15), em primeira mão, aos dez curtas de animação premiados na edição 2009 do Cineambiente, uma parceria entre os Ministérios da Cultura (MinC) e do Meio Ambiente (MMA). A cerimônia aconteceu no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e contou com as presenças do ministro Juca Ferreira (Cultura) e da secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Samyra Crespo (Meio Ambiente). A 2º edição do CineAmbiente também foi lançada no evento. Assista aqui aos curtas premiados.
 
Bafo Quente
 


Bilhões de árvores



Bom Tempo



Caixa



Estufa



Gente Grande




Diário da Terra



Ponto de Equilíbrio



Urso Despolar



Fonte:  Blog da Sala Verde
Que sejamos todos parceiros por um Brasil melhor


Bere Adams

Ontem, antes de computados os resultados das eleições, ouvi uma analista política falando sobre nossos candidatos à Presidência da República (debates desgastantes, denúncias e confrontos improdutivos, falta de debate sobre questões econômicas...) e destacou que, apesar disto, os dois candidatos possuem condições de liderarem nossa nação, e que nós, como cidadãos brasileiros, deveremos, a partir dos resultados, apoiar aquele que sair vitorioso, mesmo que este não seja o nosso candidato, pois, afinal de contas, o eleito é quem irá governar o País por 4 anos.

É verdade! Precisamos agora deixar as diferenças de lado, ou melhor, unir as nossas diferenças para fortalecer a nação com a nossa rica diversidade cultural, e proteger a vida socioambiental e a biodiversidade do País.

Não é porque vivemos em uma democracia que todos são ouvidos e atendidos. A democracia ouve a maioria.

Os resultados por Estados mostram um País visivelmente dividido que, a partir de hoje, com o nome que nos representará por 4 anos, deverá se unir pelo bem da prosperidade do País.

Chega de falatório, de críticas exageradas, de ideias catastróficas, de pré conceitos.

Durante estes meses de campanha minha caixa postal de correio eletrônico lotava diariamente com mensagens absurdas, tanto de eleitores de um, quanto de outro candidato, e sinceramente fiquei pasma com a abundância de acusações e críticas, de um lado e de outro, uma guerra de palavras mal escritas.

Durante estes meses de campanha nunca recebi uma mensagem sobre os candidatos à Presidência que tratasse educadamente sobre os planos de governo, metas, desafios, projetos, pois isto sim convida o povo a conhecer e poder escolher qual candidato vai melhor lhe representar.

Que possamos, então, com nossa nova Presidenta, melhorar o País, a começar pela Saúde (tanto da população como do meio ambiente, pois nossa saúde depende da qualidade do ambiente em que vivemos) e pela Educação (principalmente das crianças bem pequenas, valorizando a Educação Infantil e o Ensino Fundamental), sem esquecer que somos peça fundamental para o fortalecimento de nossa cidadania, e somente participando ativamente das questões essenciais do bem estar social e ambiental poderemos esperar a mudança que desejamos, pois ela começa em cada um. Gandhi já dizia: “Devemos ser a mudança que desejamos ver no mundo”!.
 





Abraços, Bere.