sexta-feira, julho 29, 2011

Prorrogadas as inscrições para a 8ª edição do Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais


Prorrogadas as inscrições para a 8ª edição do Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais

São Paulo, 29 de julho de 2011 – Dia 3 de agosto é a nova data para que estudantes engajados em projetos socioambientais se inscrevam na edição 2011 do Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais, uma iniciativa realizada em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). As inscrições podem ser realizadas pelo site www.bayerjovens.com.br. A grande novidade deste ano é a ampliação do programa e um número maior de vencedores – de quatro para oito. Esses jovens serão contemplados em duas premiações, sendo uma no Brasil e outra em Leverkusen, cidade sede da Bayer na Alemanha com o objetivo de promover a troca de experiências e conhecimentos sobre meio ambiente e responsabilidade socioambiental.

Os pré-requisitos para participar do Programa são: ter entre 18 e 24 anos, estar regularmente matriculado no ensino médio, cursos universitários ou de pós-graduação reconhecidos pelo MEC, e participar ativamente de projetos socioambientais. O projeto pode ser próprio, em parceria com a iniciativa privada, associações, entidades e/ou Organizações Não Governamentais (ONGs). No formulário on-line, o estudante também pode incluir fotos e vídeos do projeto, que será avaliado por uma comissão julgadora formada por especialistas da área socioambiental.

Para saber mais, acesse:
Twitter: @bayerjovens / http://twitter.com/BayerJovens

Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais
O Bayer Jovens Embaixadores Ambientais é realizado em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Para participar é preciso ser estudante, ter entre 18 e 24 anos e atuar ativamente em um projeto socioambiental. O Programa é realizado desde 1998, e já premiou quase 400 jovens de 18 países. A Bayer foi a primeira empresa a fazer uma parceria mundial, de longo prazo, com a PNUMA na área da juventude e do meio ambiente. Anualmente, a empresa destina ao PNUMA cerca de € 1,2 milhão.

Bayer: Ciência para uma Vida Melhor
A Bayer é uma empresa global com competências nas áreas da saúde, ciências agrícolas e materiais inovadores. Os produtos e serviços da Empresa são projetados para beneficiar a população e melhorar sua qualidade de vida. Ao mesmo tempo, a Bayer agrega valor pela inovação, crescimento e uma elevada rentabilidade. O Grupo é comprometido com os princípios de desenvolvimento sustentável e com o seu papel de empresa cidadã ética e socialmente responsável. Economia, ecologia e responsabilidade social compõem os objetivos da política corporativa e são igualmente importantes para a Empresa. No ano fiscal de 2010, a Bayer contou com 110.000 colaboradores e registrou vendas de € 35,1 bilhões. As despesas de capital totalizaram € 1,6 bilhão e os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento somaram € 3,1 bilhões. Para mais informações acesse www.bayer.com.br.

sábado, julho 23, 2011

Visão de futuro agora

Visão de futuro agora
Bere Adams


Ah, Terra!
Vivemos graças a ela
Somos todos seus filhos
E como filhos mal acostumados
Adquirimos hábitos e atitudes
Que precisam ser alterados
Muitos já se deram conta disto
 Principalmente
Sofredores e sonhadores
Curiosos e sedentos
De conhecimento
Aquele conhecimento
Que gera consciência
Consciência aquela que sensibiliza
Sensibilidade que educa
Aquela educação
Que amplia o nosso olhar
Sem escravizar
Que aprende e ensina 
A reverter
A reduzir
A reutilizar
A repensar em tudo
Para mudar

 Para redescobrir
 A vida
E tudo o que nela há

Para que possamos ter
Uma visão
De futuro
No agora
No presente.

Sustentabilidade na escola


Sustentabilidade na escola

André Trigueiro

Já reparou que, quando o assunto é educação, tudo no Brasil é urgente? Salários dignos para os professores, escolas bem aparelhadas, universalização digital, etc. Educação é um raríssimo consenso nacional e, apesar disso, a impressão que fica é a de que os avanços, embora existam, se diluem frente a tantas demandas urgentes.

Tão preocupante quanto a extensa lista de prioridades – o que deveria inspirar um grande projeto nacional apartidário e de longo prazo – é reconhecer que os debates sobre modernização dos conteúdos pedagógicos ficam invariavelmente em segundo plano. Uma escola descontextualizada de seu tempo, encapsulada nas rotinas burocráticas que apequenam sua perspectiva transformadora, está condenada ao marasmo que entorpece sua história e o seu legado. É uma escola que não consegue mobilizar professores, alunos e a comunidade ao seu redor em torno de objetivos comuns que emprestem sentido à existência da própria instituição.

Qual a função social da escola num mundo que experimenta uma crise ambiental sem precedentes na história da humanidade? Nossa capacidade de redesenhar o modelo de desenvolvimento e construir uma nova cultura baseada em valores sustentáveis depende fundamentalmente da coragem de mudar o que está aí. Que ajustes poderiam ser aplicados à grade curricular para tornar essa escola mais apta a preparar esses jovens para os imensos desafios que temos pela frente? Que novos gêneros de informação deveriam mobilizar a comunidade escolar na busca por respostas para questões pontuais sobre as quais não é mais possível negar a importância ou a urgência do enfrentamento? Como preparar essas novas gerações para um mundo que projeta um futuro difícil e extremamente desafiador em função das mudanças climáticas, escassez de água doce e limpa, produção monumental de lixo, destruição sistemática da biodiversidade, transgenia irresponsável, crescimento desordenado e caótico das cidades, entre outros fatores que geram desequilíbrio e instabilidade?

O mundo mudou e a educação deve acompanhar as mudanças em curso. Nossa espécie é responsável pelo maior nível de destruição jamais visto em nenhum outro período da história e, se somos parte do problema, devemos ser parte da solução. Mas não há solução à vista sem educação de qualidade e urgente que estabeleça novas competências, novas linhas de investigação científica, um novo entendimento sobre o modelo de desenvolvimento em que estamos inseridos e a percepção do risco iminente de colapso. Precisamos promover uma reengenharia de processos em escala global que inspire novos e importantes movimentos em rede. Isso não será possível sem as escolas.
A escola de hoje deve ser o espaço da reinvenção criativa, um laboratório de ideias que nos libertem do jugo das “verdades absolutas”, dos dogmas raivosos que insistem em retroalimentar um modelo decadente. Pobres dos alunos que passam anos na escola sem serem minimamente estimulados a participar dessa grande “concertação” em favor de um mundo melhor e mais justo. Quantos talentos adormecidos, quanto tempo e energia desperdiçados, quanta aversão acumulada ao espaço escolar justamente pelo desinteresse brutal e legítimo da garotada a algo que não lhes toca o coração, não lhes instiga positivamente o intelecto, não lhes nutre o espírito? Qual o futuro dessa escola? São cadáveres insepultos.

Uma escola que use a sustentabilidade como mote desse revirão pedagógico amplo e inovador terá como princípio ético a construção de um mundo onde tudo o que se faça, onde quer que estejamos, considere os limites dos ecossistemas, a capacidade de suporte de um planeta onde os recursos são finitos. Temos ciência, tecnologia e conhecimento para isso. Novas gerações de profissionais das mais variadas áreas serão desafiados a respeitar esse princípio sem prejuízo de sua atividade fim. Tudo isso poderia ser resumido em uma palavra: sobrevivência. A mais nobre missão das escolas no Século 21 será nos proteger de nós mesmos.

Ainda há tempo.

* André Trigueiro é autor do livro Mundo Sustentável – Abrindo Espaço na Mídia para um Planeta em Transformação. Apresenta o Jornal das Dez e é editor-chefe do programa Cidades e Soluções, da Globo News. É também comentarista da Rádio CBN e colaborador voluntário da Rádio Rio de Janeiro.
** Publicado originalmente no site Mundo Sustentável.


(Mundo Sustentável)
Fonte: ecoacao – publicado originalmente em Mercado Ético

segunda-feira, julho 11, 2011

Informativo Apoema 107

Edição da semana (10/07/2011) do Informativo Apoema 107 - A edição traz um artigo que destaca a utilização de hortas na Educação Ambiental, que incentiva a alimentação saudável, sendo esta essencial para o bom desenvolvimento das crianças e também serve de estímulo para uma alimentação mais equilibrada. Destaca alguns conceitos no seu “Zoom”, recomenda um livro e apresenta alguns textos referentes a alimentos indispensáveis para uma boa alimentação. Bom proveito à todos!   



segunda-feira, julho 04, 2011

Por falar em jardins...


"Os jardins e as flores têm o poder de reunir as pessoas, de tirá-las de dentro de casa".
Clare Ansberry 


Foto: Bere Adams

sábado, julho 02, 2011

Informativo Apoema 106


Edição da semana (02/07/2011): Informativo Apoema 106 - 

A edição traz uma matéria sobre jardins e sustentabilidade e em seu Zoom destaca três conceitos: jardim, biodiversidade e vegetação nativa, abordando seus respectivos significados para contextualizar a abordagem. Também traz trecho de um artigo que ensina a fazer um projeto de jardim em escolas. Bom proveito à todos! 


Edição ANO 3 - VOL106 - 2/JUL 2011


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