segunda-feira, outubro 31, 2011

Informativo Apoema 120 - Somos 7.000.000.000 de habitantes



Já está disponível a edição da semana (30/10/2011) do Informativo Apoema 120 - A edição focaliza seu zoom para algumas informações de um artigo de opinião sobre a população mundial ter alcançado os 7.000.000.000 de habitantes exatamente nesta segunda-feira, conforme a ONU. Trazemos este tema porque precisamos refletir sobre o que este número nos indica, o que temos a ver com ele e qual a nossa responsabilidade planetária diante deste volume populacional humano que cresce na mesma medida em que cresce o uso de recursos naturais para viver, quando poucos os utilizam em exagero, enquanto a maioria sequer os tem para sua sobrevivência. O Papai Noel que deve estar apavorado! Deve ser por isto que faltando, ainda, praticamente dois meses para o Natal, já estão na roda as “belíssimas e tocantes” propagandas, mas não se deixe enganar, ainda falta bastante tempo para o Natal chegar!
Bom proveito à todos,
Bere e Alice Adams.  




Edição ANO 3 - VOL120 - 30/OUT 2011


Este e os demais informativos estão disponíveis em:
http://www.apoema.com.br/links_para_os_informativos.htm
Página de assinantes (envio gratuito por e-mail):
http://br.groups.yahoo.com/group/informativo_apoema/



quarta-feira, outubro 26, 2011

Sementes de Educação Ambiental


Sementes de Educação Ambiental
Bere Adams

Em dezembro do ano passado, quando fui na USP de São Carlos para um evento de Educação Ambiental, tive o privilégio de passear com o Professor Genebaldo Freire Dias (de Brasília) pelos arredores da universidade e ele me convidou para entrar em um supermercado (de médio porte), pois precisava de alguns itens. Ele me falou que gosta muito de entrar nos mercados, pois estes mostram um pouco da cultura da cidade através dos produtos que disponibilizam, e é verdade (reparem). Na seção de frutas conheci a lichia. Separei alguns cachos da fruta (que se parece com morangos, porém tem uma casca rígida, vermelha clara, e seu interior é parecido com o da jabuticada) e assim, a lichia fez parte do meu cardápio da janta. Fiquei encantada com esta fruta e guardei algumas sementes. Chegando em casa, plantei oito delas, duas em cada vaso. Meses depois, somente duas delas brotaram, porém, uma só vingou. Aí está minha muda de lichia:


Não sei se as sementes são híbridas (e estéreis), como são as de muitas frutas adquiridas em mercados.
O que sei é que esta plantinha tem um significado muito especial. Ela representa uma lembrança de uma ação, persistência (das oito sementes somente esta tornou-se broto e vingou), parceria. Representa um caminho que quero trilhar enquanto eu viver, por mais difícil, contraditório e confuso que possa ser. Representa um sentimento mais profundo pela vida de todo Planeta.

segunda-feira, outubro 24, 2011

Divulgação de livro de Educação Ambiental


Livro da pedagoga Luciana Ribeiro

Acesse o site para ter acesso ao LIVRO: ANA FOLHA E A TURMA DO LIXÃO:"Vamos preservar nossas Florestas", homenagem ao Ano Internacional das Florestas/2011.
Para adquirir acesse:

Site:http://www.ciadoslivros.com.br/ana-folha-e-a-turma-do-lixao-vamos-preservar-nossas-florestas-2011-edicao-1-p401796/







terça-feira, outubro 18, 2011

Em breve, uma novidade!

Amanda quase chegando


Alice, parceira do Projeto Apoema e integrante da Apoema Cultura Ambiental é jornalista e trabalha no Jornal NH. Esta semana saiu uma matéria sobre as grávidas da redação e lá está ela mostrando sua barriga para quem quiser ver. Como futura avó coruja que sou, aí está a foto com os comentários:



A mamãe Alice, 28 anos, já completou 33 semanas de gestação e a ansiedade aumenta a cada dia. Com o papai Daniel Felipe Martin longe, viajando a trabalho, o jeito é conversar com ele pelo Skype. E não é que a garotinha já dá vários pulinhos quando ouve a voz dele? Aliás, ela adora dar uma sambada na barriga da mamãe na hora de dormir ou depois de um docinho.


segunda-feira, outubro 17, 2011

A falta que faz o velho Stanislaw Ponte Preta (Abordagem sobre falsas ações empresariais "verdes" - BA)


A falta que faz o velho Stanislaw Ponte Preta
13/10/11 07:35 | Luciano Martins Costa - Jornalista e escritor, consultor em estratégia e sustentabilidade

Estivesse vivo, o colunista Stanislaw Ponte Preta, que no civil atendia pelo nome de Sérgio Porto, certamente teria material mais do que suficiente para produzir um "Febeasus - festival de besteiras que assola a sustentabilidade".

Como no original Febeapá, livro em três volumes, o primeiro lançado em 1966, uma eventual versão contemporânea dedicada exclusivamente ao besteirol relacionado a questões ambientais e sociais teria material para uma enciclopédia.

Tomado com rigor o conceito de sustentabilidade, boa parte das campanhas do que se chama comumente "marketing verde" poderia compor verbetes hilários de um "Febeasus".

Da mesma forma, e no lado oposto, também há propostas de organizações ambientalistas que, confrontadas com a realidade objetiva, preencheriam capítulos inteiros de uma publicação ponte-pretana. Assim como no Febeapá original, não se pode precisar quando teria começado o festival de sandices em torno da sustentabilidade.

Mas certamente a divulgação do 8º Relatório do Comitê Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas patrocinado pela ONU e publicado em fevereiro de 2007 pode ser considerada um ponto de partida. Esse acontecimento teve o condão de fazer brotar ambientalistas por todo lado e de transformar notórios predadores em ecologistas credenciados.

Os aspectos mais preocupantes do fenômeno climático foram alardeados por toda a imprensa e os comunicadores corporativos entenderam que esse era o mote da década.

Legisladores de variadas instâncias despertaram para o valor eleitoral do "verde". Assim, tanto as políticas públicas como as estratégias de empresas começaram a se assemelhar a uma lagosta, com a pata ambiental hipertrofiada e os demais aspectos do negócio - público ou privado - relegados a tema de segunda categoria. Ao mesmo tempo, desdenha-se o principal no que se refere ao desafio do desenvolvimento sustentável.
Uma das consequências mais claras é o ponto a que chegaram os debates para a reformulação do Código Florestal, que resultaram numa proposta inaceitável para os mais rigorosos padrões que as circunstâncias exigem.

Obnubilados pelo brilho do "verde", tanto os legisladores como a sociedade em geral tem deixado crescer no Congresso Nacional a influência dos representantes do que há de mais conservador no empresariado rural. Enquanto isso, discutem-se platitudes - como a proposta de obrigar os proprietários de imóveis a pintar seus tetos de branco.


Proliferam junto às prefeituras "consultorias ambientais" cuja especialidade é formular propostas carregadas de excelentes intenções. O posto de secretário do Meio Ambiente, antes um cargo desprezado por políticos espertos, transformou-se em pódio capaz de transformar neófitos em especialistas.

Não importa se o titular sabe diferenciar um pé de alface de uma samambaia.

Em junho do ano que vem, o Rio de Janeiro vai sediar a Conferência da ONU Rio+20, com uma pauta tão ambiciosa quanto improvável, no cenário de crise que domina o estado do mundo. Será o embate entre os especialistas e os embusteiros. Stanislaw vai fazer falta.

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Luciano Martins Costa é Jornalista e escritor, consultor em estratégia e sustentabilidade
http://www.brasileconomico.com.br/noticias/a-falta-que-faz-o-velho-stanislaw-ponte-preta_108006.html


segunda-feira, outubro 03, 2011


Edição da semana (04/10/2011): Informativo Apoema 116 - A edição traz uma matéria sobre um dos piores problemas ambientais para a saúde: a poluição atmosférica. Traz, ainda, mais algumas informações sobre cidades mais poluídas do mundo (poluição atmosférica), destaca frases selecionadas, entre outras informações. Bom proveito à todos!

Edição ANO 3 - VOL116 - 03/OUT 2011



Este e os informativos anteriores estão disponíveis em: http://www.apoema.com.br/links_para_os_informativos.htm 

Tratamento de esgoto e saúde ambiental


Tratamento de esgoto e saúde ambiental
Berenice Gehlen Adams

A água é um dos mais importantes recursos naturais que proporcionam a saúde do planeta. O conceito saúde vem da palavra latina salute, que significa salvação da vida. 
Atualmente desenvolvemos atividades produtivas que comprometem a qualidade das águas, colocando a vida de muitos seres e de ecossistemas inteiros, em perigo. O despejo de lixo, de esgotos residenciais e industriais não tratados, de agrotóxicos das lavouras, é o que promove a poluição e a contaminação de nossos recursos hídricos. 
A saúde do planeta está diretamente relacionada à qualidade da água disponível para consumo, pois muitas doenças são adquiridas quando águas poluídas são ingeridas. As doenças que são transmitidas pela água surgem, principalmente, dos dejetos humanos. Quando não há sistemas de coleta e de tratamento de esgoto, microorganismos patogênicos alcançam os mananciais superficiais ou subterrâneos. 
Pesquisas indicam que 10% das pessoas, que vivem nos países em desenvolvimento, têm doenças transmitidas pela água. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 70% dos leitos hospitalares são ocupados por pessoas que contraíram doenças transmitidas por contato com água poluída. Para minimizar estes problemas, investimentos em sistemas de coleta e tratamento de esgotos são fundamentais. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 28,5% dos municípios brasileiros fizeram tratamento de seu esgoto.  Felizmente, em nossa cidade (Novo Hamburgo/RS), a COMUSA - Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo – iniciou, já em março de 2011, as obras para o sistema de coleta e tratamento de esgoto. O projeto tem como meta para os próximos três anos tratar 50% do esgoto produzido aqui. Sem dúvida, este projeto trará enorme bem estar ambiental para os recursos hídricos, e se as metas forem alcançadas, em poucos anos o nosso Rio dos Sinos aliviará seu pesado fardo, aumentando possibilidades de recuperação.