segunda-feira, outubro 02, 2017

sexta-feira, julho 28, 2017

I PRÊMIO EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO - 2017


É com imensa satisfação que a revista Educação Ambiental em Ação lança o 

I PRÊMIO EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO, 

em comemoração aos 15 anos de publicação.


O Prêmio pretende trazer à tona atividades das mais variadas categorias: mobilizações socioambientais, campanhas, capacitações, eventos, ações de arte-educação, materiais didáticos ou práticas de educação ambiental realizadas em sala de aula ou fora dela, com temáticas que estejam relacionadas com Educação Ambiental.
Que este Prêmio represente um marco em reverência a cada pequena ação que ajuda a amenizar os impactos que promovemos à nossa morada!
Acesse o regulamento em www.revistaea.org


PARTICIPE!

segunda-feira, junho 05, 2017

Lançamento da 60ª edição da revista Educação Ambiental em Ação



5 de JUNHO - Nesta data tão especial, que celebra a vida do planeta Terra 🌎, nasce a 60ª EDIÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO www.revistaea.org

Edição comemorativa de 15 anos




A Revista Educação Ambiental em Ação completa, nesta edição, quinze anos – 15 anos de edições trimestrais. Começamos com um grupo pequeno, com a ideia de que estaríamos suprindo a necessidade de divulgar temas ambientais. Em 2002 discutia-se mundialmente o aquecimento global. No Brasil, o debate girava sobre a aprovação da Lei de Gestão de Resíduos, as políticas de Educação Ambiental (EA); em 2006 O Congresso Ibero Americano de EA, em Joinville, discutia o Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNea), os resultados dos diversos debates luso-brasileiros e ibero-americanos sobre EA e meio ambiente. E foram gerando espaços para formação de grupos. Destes grupos surgiram materiais didáticos resultados de estudos, pesquisas, debates.

A revista começou com um sonho de um grupo em reunir materiais para disponibilizar a muitos, o que muitos praticavam isoladamente, e se tornou referência na Internet, no meio acadêmico, citações em bibliografias. Hoje, 15 anos depois, os nossos materiais contêm conhecimento na área de engenharias, saúde, arquitetura, administração empresarial, movimentos sociais, administração pública e escolar, entre outros. São 15 anos em que o grupo foi se alterando, que a ciência evoluiu, que a tecnologia desenvolveu métodos de eficiência grandiosa.

Ainda lembro quando começamos e de quando os primeiros artigos chegavam. Líamos durante dois meses, revisávamos, devolvíamos ao autor, aguardávamos, ajustávamos figuras, gráficos, organizávamos em pastas, e no final se transferia para a página da revista. Tudo era, e ainda é, combinado por e-mail. E a Bere virando as madrugadas para colocar tantos materiais na rede em tempo de lançar a revista na data divulgada; a nossa preocupação também era, e ainda é, com a qualidade e cumprir o prazo estabelecido. A nossa colaboradora e amiga Sol Karmel que participou ativamente desta construção, sempre ajudando. Foi ela quem providenciou a nossa ficha catalográfica, além de colaborar com envio de artigos, sugestões, sempre destacando a importância de um conteúdo com qualidade, sendo que fez parte do corpo editorial por diversos anos. O editor Júlio, através do seu amplo conhecimento em informática e tecnologia, foi o responsável pela criação do ambiente virtual que hoje está com um sistema bastante complexo para promover melhor interatividade entre autores e editores. Foi ele quem incrementou a nossa Revista com o design e a praticidade do sistema de inclusão de materiais.

E foi assim, a muitas mãos distantes, mas muito próximas em ideais, que a revista foi crescendo. Enfim, passaram-se 15 anos e o nosso agradecimento vai para todos os colaboradores que continuam abrilhantando a equipe da Educação Ambiental em Ação; para os leitores, que nos prestigiam com a leitura e divulgação da revista; para os profissionais que incrementaram EA nos seus temas de trabalhos e mudaram comportamentos nas atividades desenvolvidas, melhorando assim a qualidade ambiental.

Então, nesta edição, ao completar 15 anos, de sonhos, de trabalho, de amizades, de divulgação da EA, sabemos que o nosso caminho está só começando, e que vamos alcançar mais espaço nas áreas de conhecimento, pois juntos nos tornamos mais fortes e melhores.

Queremos dividir com todos esta nova e comemorativa edição, cheia de trabalhos de especial qualidade, em que pessoas se empenharam em fazer o melhor, pelo ensino, pela pesquisa, PELO MEIO AMBIENTE. Em tempos de valorização das Redes Sociais, Curtam, Compartilhem e Apreciem a nossa edição de quinze anos, que está recheada de muita emoção. São muitos os nossos colaboradores e todos são importantes para que estejamos comemorando esta data tão especial, então MUITO OBRIGADO, com muito carinho,.


Sandra Barbosa e equipe da revista Educação Ambiental em Ação
www.revistaea.org

segunda-feira, abril 10, 2017

Facilidades perigosas e mudanças de atitudes


Facilidades perigosas e mudanças de atitudes - Por Bere Adams



É de impressionar a diversidade de mercadorias que foram criadas para, ilusoriamente, facilitar a nossa vida, e que estão à nossa disposição, distribuídas metodicamente em prateleiras de supermercados e nos mais variados pontos de comércio que nos circundam. Destaco o sentido ilusório, pois a maioria destas mercadorias existe para alimentar o sistema capitalista que, literalmente, atropela e compromete toda qualidade de vida do Planeta.

Pensando sobre isto é inevitável não lembrar de como eram as coisas até há pouco tempo. Na alimentação não existiam as "facilidades" de, por exemplo, alimentos industrializados e tele-entregas – não só de alimentos, mas também de diferentes tipos de mercadorias. No vestuário, não havia roupas prontas de confecções industrializadas.

Com o passar do tempo, as invencionices vão aumentando rapidamente e a elas vamos nos acostumando, ao ponto de nos tornarmos completamente dependentes delas.

Apesar de a humanidade ter aumentado, nos últimos anos, a longevidade, a qualidade de vida deixa a desejar quando constatamos serem raras as pessoas adultas ou de idade mais avançada que não necessitam de medicações diárias para controlar os malefícios que os maus hábitos (muitos deles oferecidos por estas tais facilidades), promovem como: pressão alta, diabetes, colesterol alto, insônia, depressão, entre outros descontroles da saúde humana atual. É o que aponta uma pesquisa do Instituto de Métrica e Avaliação em Saúde e Universidade de Washington, (USA), que avaliou a população de 180 países. A pesquisa conclui: “A longevidade da população mundial aumentou, mas ela está vivendo cada vez mais doente”. E não é por acaso que os quadros de depressão aumentam em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, são mais de 350 milhões de pessoas afetadas.

Então, do que adianta uma maior longevidade, se finalizamos a nossa jornada aqui na Terra sem qualidade de vida? Já não está mais do que na hora de uma ampla e geral mudança em nossas atitudes, a começar por não cairmos na tentação destas ditas facilidades, que colocam a qualidade de vida em risco?

Atualmente muitas pessoas se questionam sobre como efetivar as mudanças necessárias para uma melhor qualidade de vida, porém, algumas esperam por receitas prontas, como bem ilustra os questionamentos desta frase de Caio Fernando de Abreu: “Você tem alguma receita pra gente mudar de vida? E pra tomar decisões? E para mudar de personalidade? E para flagrar-se? E para pagar o karma em suaves prestações? E pra desorientação aguda, você tem? Se tiver, me passa que eu preciso”.

Não existem receitas prontas ou universais para mudanças, mas existem muitas pessoas que optaram pela mudança, melhoraram suas vidas e hoje se dedicam a projetos motivando as pessoas a realizarem as necessárias mudanças de atitudes. Um deles, que posso citar e indicar por conhecer pessoas envolvidas, é o Projeto Atittuti. O projeto se desenvolve através de vídeos que compartilham reflexões, bate-papos, comentários e questionamentos, que nos incentivam a promover mudanças que muito vão contribuir para uma vida mais consciente e equilibrada. O projeto está há disposição em várias plataformas, e pode ser acessado, também, pela rede social Face Book.



“Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos”.(Eduardo Galeano)

Link para o Projeto Atitutti: https://www.facebook.com/atitutti/?pnref=story



Data da publicação: 10/04/2017

terça-feira, abril 04, 2017

Apoie a revista Educação Ambiental em Ação!

A revista precisa do seu apoio. Saiba por que e como doar!

A revista Educação Ambiental em Ação nasceu a partir do GEAI – Grupo de Educação Ambiental da Internet, organizado pelo Projeto Apoema Educação Ambiental. Está na 59ª edição, e desde o seu início, a cada edição, a qualidade do trabalho vem melhorando, assim como o sistema da revista, que vem sendo aprimorado pelo desenvolvedor e editor Julio Trevisan, para bem atender a demanda de artigos que a revista recebe pelo sistema, a cada trimestre. Os artigos enviados ficam sob a responsabilidade da editora Sandra Barbosa, que os analisa e os encaminha para revisores, e depois de aprovados são, então, formatados e publicados. Um dado que chama a atenção, conforme Sandra, é o expressivo número de artigos que chegam de universidades, principalmente das regiões Norte e Nordeste. Quem coordena a equipe de trabalho é a editora Berenice Adams, que elabora anualmente um cronograma das edições, organiza e formata o material vindo pelo sistema, que foi aprovado, bem como o material elaborado pela equipe, dos encarregados de algumas seções temáticas, para finalmente publicá-los na revista.

Todo este trabalho vem sendo desenvolvido desde 2002 de forma voluntária. Em 2015, pela necessidade de recursos para manter a revista, para cada artigo enviado começou a ser cobrada uma taxa de submissão, o que apenas minimizou alguns custos e por este motivo, viemos solicitar o apoio da comunidade, através de doações.

E como colaborar?

Para doar basta acessar a revista www.revistaea.org .

No topo da página você encontrará o seguinte texto explicativo:

Desde seu nascimento em 2002, a revista tem crescido em importância e conteúdo (59 exemplares - trimestrais, + de 9 milhões os acessos, avaliação QUALIS-B1 na área de Ensino), requisitando mais dedicação dos membros da equipe, que a mantém de forma independente (sem apoio financeiro externo). Para continuarmos a desenvolver este trabalho, viemos pedir o apoio da comunidade através de doações que podem ser feitas de forma simples e segura. Às pessoas que contribuírem enviaremos um brinde-surpresa! - Editores da revistaea.org

E ao lado do texto, o botão para doação.

Todos os que colaborarem receberão um brinde-surpresa que será distribuído a cada trimestre como forma de agradecimento àquelas pessoas que apostarem e que investirem nesse trabalho, que tem por principal objetivo divulgar e difundir a Educação Ambiental para uma melhor qualidade de vida em todo o Planeta.

Contamos com a sua colaboração, muito obrigada!

Editores da Educação Ambiental em Ação

www.revistaea.org

Uma educação pela vida


Artigo da semana da Apoema:
Uma educação pela vida - por Bere Adams


Todos já sabemos que precisamos mudar o nosso estilo de vida para que possamos viver com mais qualidade. E esse estilo representa uma concepção errônea de vida, que é ensinada e aprendida, principalmente, nos espaços educacionais.


Muitos especialistas da educação de todo o mundo já dizem, há tempos, que o sistema de educação que é fragmentado e focado no conhecimento não consegue formar um sujeito crítico e cidadão, aliás, Rubem Alves criticava severamente o conceito “formar”. Dizia ele que “formar é colocar na fôrma, fechar. Um ser humano ‘formado’ é um ser humano fechado”.

Porém, poucas são as mudanças que ocorrem nos ambientes educacionais. Nestes, dá-se, ainda, mais ênfase para o conhecimento cognitivo focado, também, na competitividade: devemos estudar mais para sermos melhores!

Mas, onde ficam os ensinamentos necessários para o desenvolvimento da autonomia, da persistência, dos valores, da organização, da cooperação, tão necessários para quando os alunos saem das dependências educacionais e seguem para as suas mais variadas realidades?

A autonomia é fundamental para o despertar de sujeitos pró-ativos. A persistência é importante para a manutenção dos tropeços da vida. Os valores servem como bússola, indicando diferentes direções a serem seguidas diante alguns dilemas. A organização também promove a pró-atividade e facilita muito na realização de toda e qualquer tarefa. E a cooperação? Como vamos transformar a nossa sociedade em uma sociedade justa e equitativa se a competição está presente em todas as áreas e níveis da educação? Temos doutores que colecionam teses pelo simples prazer de competir.

Edgar Morin, importante pesquisador frances em seu livro: “Ensinar a Viver Manifesto para mudar a educação” clama para que a escola se livre da lógica do mercado da qual é prisioneira.

Enquanto a educação não mudar, nos depararemos - a cada dia mais - com confrontos, ao invés de encontros. E nesta competição, todos saímos perdendo...

Projeto Apoema - Educação Ambiental.
Fonte: http://migre.me/wmC5F

quarta-feira, março 29, 2017

A biodiversidade perto de você – Por Bere Adams

A biodiversidade perto de você – Por Bere Adams



Não tem forma melhor de perceber a beleza e a complexidade da vida do que observar e sentir a natureza, da qual somos parte integrante. Embora a nossa Pátria Brasil esteja carente de boas colocações nos mais variados rankings relacionados à qualidade de vida, dentre os demais países do mundo, nós, brasileiros, somos privilegiados, uma vez que temos a maior biodiversidade de flora e fauna do Planeta Terra.

Mas, infelizmente, a vida cotidiana com compromissos inadiáveis impede que a maioria das pessoas dedique tempo para observar a natureza – independente se em espaços urbanos ou rurais e naturais.

Porém, bastam apenas alguns minutos de observação por dia para nos tornarmos mais integrados, conectados à vida e a toda essa maravilhosa biodiversidade do nosso País.

O nosso distanciamento impede que nos sensibilizemos para as importantes questões ambientais que comprometem a qualidade de vida em todo o Planeta, enquanto a aproximação nos evidencia que no ciclo da vida tudo está entrelaçado e que temos grande influência no meio, afinal, somos parte dele e não seus donos.

O nosso distanciamento ou a nossa aproximação com o meio que nos envolve pode ser mensurado diante a resposta para esta questão: “Você conhece a biodiversidade da sua cidade?” Ou seja, para alcançarmos este conhecimento vai depender de como nos relacionamos com a vida que acontece a nossa volta e o quanto nos interessamos em conhecê-la. Nós conhecemos, mesmo, o ambiente onde vivemos? Acredito que a resposta da maioria de nós seja “Não”, ou “Muito pouco”, e poucas serão as pessoas que responderão com propriedade que conhecem a biodiversidade que nos rodeia. Isso me deu a ideia de fazer uma pesquisa on-line, cujos resultados compartilharei em um próximo artigo.

Muitas organizações ambientais desenvolvem trabalhos para levar o conhecimento da biodiversidade local as suas comunidades. Exemplo disto é a publicação “Almanaque da Fauna e Flora do Wallahai”, lançado em 2015 pelo Projeto VerdeSinos em parceria com a prefeitura de Novo Hamburgo/RS . Trata-se de um guia sobre flora e fauna presentes no Vale dos Sinos. O guia pode ser acessado em: http://migre.me/wk5lJ

A partir do momento em que começamos a observar a natureza, certamente teremos inúmeras surpresas, como a de ver uma flor que nunca havíamos visto antes, ou escutar um canto de pássaro diferente... Saberemos também que raramente um pássaro usa o mesmo ninho, e que algumas aranhas conseguem andar sobre a água... E isto é só o começo!

Boas descobertas e se tiver vontade, compartilhe-as comigo enviando mensagem para bereadams@gmail.com


"Penso que a natureza sonha. Montanhas, florestas, mares, rios, lagos, nuvens, cachoeiras, animais, flores - todos sonham um mesmo sonho. Sonham em que um dia chegará o dia em que os seres humanos desaparecerão da face da terra. Pois os dinossauros não desapareceram? Quando isso acontecer, será a felicidade! A natureza estará, finalmente, livre dos demônios que a destroem. A natureza, então, tranquilamente, sem pressa, se curará das feridas que nós lhe causamos." (Rubem Alves)

“Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja”. (Chico Xavier)

Data da publicação: 27/03/2017

segunda-feira, março 20, 2017

Nossas escolhas


Nossas escolhas – Por *Bere Adams

São inúmeras as mentiras que se tornam verdades, que circulam pelas redes sociais, mas, infelizmente, muitas informações estarrecedoras, que eu preferiria que fossem inverdades, são reais. O grande desafio é identificá-las - apurar a veracidade. A estas me refiro agora, às informações assustadoras, que comprovadamente são verdade, mas passam bem longe da preocupação da maioria das pessoas. Diante delas muitos de nós dizemos, através das nossas ações: “Eu não ligo!”.

Eu não ligo para aquilo que me ofereço de alimento, nem para a minha saúde, quando os meus hábitos alimentares são saciados pelas poderosas indústrias alimentícias, apesar de saber dos malefícios que estes produtos provocam. Eu não ligo para o trabalho escravo, incluindo o de crianças, quando uso vestuário de marcas renomadas que lucram com a exploração humana e tornam vidas desumanas. Eu não ligo para um dos maiores problemas ambientais, que é o desmatamento, quando a base da minha alimentação faz aumentá-lo ainda mais. Eu não ligo para o lixo que produzo, quando não opto por produtos com cunho ecológico que promovem sustentabilidade. Eu não ligo para o desaparecimento do orangotango das florestas tropicais do Bornéu e da Sumatra, quando faço uso de um produto feito a base de óleo de palma, fornecido pela planta que com ele compete, covardemente, pelo uso do meio ambiente. Eu não ligo para a vida, quando pouco me importa como são feitas as coisas, de onde elas vêm, que resíduos geram, importando apenas se o preço é bom e se as ofertas são generosas para o meu bolso. Eu não ligo que a cada minuto morrem cinco crianças de fome, quando desperdiço alimento deixando comida no prato.

E na medida em que eu não ligo, vou me desligando do todo, transformando-me em um minúsculo e isolado ser, feito um verme a corroer a terra. Mas, quando eu ligo e nós ligamos para todas estas e outras situações equivocadas da humanidade, e nos envolvemos com elas, cuidamos delas, tudo muda, por que passamos a compreender que precisamos estar ligados e cuidar daquilo que realmente importa para a manutenção da vida. A vida pode ser uma máquina complexa da qual somos apenas peças; pode ser um teatro de bonecos onde somos marionetes, ou, então, ela pode ser uma bênção. Vai depender do quanto nos envolvemos e nos preocupamos com ela.


Diretora da Apoema Cultura Ambiental; Coordenadora do Projeto Apoema www.apoema.com.br e editora responsável da revista Educação Ambiental em Ação www.revistaea.org

Fonte: http://www.apoema.com.br/nossas_escolhas__por_bere_adam.htm