segunda-feira, dezembro 26, 2011

Receita de Ano Novo!


Um 2012 iluminado para todos! Abraços, Bere.


Receita de Ano Novo!
Carlos Drummond de Andrade


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegrama?).
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.




Fonte: http://espacoacademico.wordpress.com/2011/12/24/poemas-de-carlos-drummond-de-andrade/

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Feliz Natal com Alface dos Deuses

Escolhi este texto de Nadia Cozzi, parceira de ideais há muitos anos, para compartilhar com vocês pela sua sensibilidade e simplicidade de encontrar alegria em um pé de alface, lindo. Agora, sempre que eu olhar para as "alfacinhas" do Pedro, vou lembrar dessa história. Para ficar melhor ainda, Nadia nos dá uma receita especial: Alface dos Deuses (pelo nome, promete). E eu vou experimentar na Ceia de Natal. Espero que gostem como eu gostei do sabor orgânico desse texto! Abraços, Bere Adams.


A força dos alimentos orgânicos – Faça o teste em sua casa!

18 de julho de 2011 | Nas Categorias: Alimentação Saudável | Por: Nadia Cozzi


Sabe aquelas semanas que a gente não tem tempo nem para respirar? Pois é, a minha foi assim, tão corrida que não havia tempo nem para fazer uma coisa que eu gosto muito e me distrai e relaxa: cozinhar! Saia de manhã, passava o dia todo atarefada e quando chegava à noite era um lanche ou no máximo uma sopinha para afastar o frio.
Foi assim que minhas queridas verdurinhas ficaram lá esquecidas, em especial um pezinho de alface lisa que não teve espaço. Nossa até pensava nele, mas não tinha tempo ou não estava com vontade de fazer uma daquelas “saladonas” que eu adoro.Bem, mas no sábado resolvi encarar o coitadinho, devia estar todo estragado, que judiação, afinal estava guardado há mais de uma semana!
Qual não foi a minha surpresa quando abri a gaveta da geladeira e lá estava ele, lindo, verde, crocante, como se eu tivesse acabado de comprá-lo. Agradeci muito à Mãe Natureza por aquele presente. Como um alimento quando é produzido com respeito à Terra, preservando e cuidando, devolve em qualidade!
Fiz a maior festa para o meu pezinho de alface, mostrei para todo mundo, divulguei a qualidade dos Alimentos Orgânicos e ainda zombei daqueles que não acreditam muito neles: Será que eles são mesmo mais caros? Vocês já experimentaram deixar uma alface convencional uma semana na geladeira? Fica que é só um caldinho escuro e mal cheiroso! Olha esse aqui que lindinho! Até fotografei para vocês aqui do Blog. Depois é claro montei uma salada bem gostosa e lá vai a receita:


Alface dos Deuses
Ingredientes:
  • ½ alface lisa orgânica
  • ½ alface crespa orgânica
  • ½ alface americana
  • 1 maçã orgânica picada em cubinhos
  • Uvas passas e castanhas a gosto
  • 6 fatias de pão de forma caseiro s/casca
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 xícara (chá) de creme de leite fresco
  • 2 colheres (sopa) de maionese (prefira a caseira)
  • 2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado na hora
  • ½ xícara (chá) de azeite extra virgem
  • 1 dente de alho
  • Suco de 01 limão ORGÂNICO para o molho
Modo de Preparar:
Lave as alfaces em água corrente. Deixe de molho numa tigela com água filtrada e um pouco de vinagre de maçã por 20 minutos.
Corte o pão em quadrados bem pequenos, mas iguais. Coloque 2 colheres de sopa de manteiga numa frigideira e leve ao fogo para derreter. Adicione os cubinhos de pão. Deixe dourar, mexendo de vez em quando para não queimar. Retire do fogo, passe para um prato e reserve. Se gostar salpique orégano.
Coloque com todos os ingredientes no liquidificador, menos os cubinhos de pão, as alfaces, a maçã, as passas e as castanhas. Bata por 2 minutos, até ficar um creme. Seque as folhas com papel toalha e rasgue-as em pedaços médios. Arrume numa saladeira, coloque a maçã, as passas, as castanhas e regue com molho e salpique os cubos de pão.
A maionese que eu fiz foi uma receitinha bem fácil.

Maionese Falsa

  • 1 xícara (chá) de batatas orgânicas cozidas e picadas
  • 1 xícara (chá) de cenouras orgânicas cozidas e picadas
  • 2 colheres (sopa) de leite fresco
  • 1 cebola ORGÂNICA picada
  • Sal marinho e pimenta a gosto
Modo de Preparar:
Bata tudo no liquidificador e vá pondo o azeite extra virgem ou óleo de girassol até chegar ao ponto de maionese.
Dica preciosa: O óleo de girassol é saudável e não é transgênico. Cuidado com o de soja, canola ou milho.

Teste a força dos alimentos orgânicos em sua casa!

Tem uma experiência que sempre faço em meus cursos sobre Culinária Orgânica para que meus alunos possam comparar as diferenças entre os Orgânicos e os Convencionais cheios de Agrotóxicos.
Pegue 06 potinhos de vidro iguais, secos e limpos. Pode ser de palmito ou um pouco menor, mas tem que ser iguais. No 1º coloque ½ tomate orgânico, no 2º ½ convencional, no 3º uma folha de alface orgânica, no 4º uma folha de alface convencional, no 5º um pedaço de cenoura Orgânica, e finalmente no 6º um pedaço de cenoura convencional. Feche e coloque etiquetas em cada um identificando a data e se é orgânico ou convencional.
Deixe em um lugar onde você possa observar as mudanças que vão acontecendo dia após dia. Os orgânicos normalmente duram mais, mantém as fibras e se tiverem coragem de cheirar, vão sentir o cheiro de agrotóxico dos convencionais. Da última vez que fiz esta experiência a cenoura orgânica brotou dentro do vidro, enquanto que a Convencional apodreceu, virou um monstrinho. Vale a pena fazer esta experiência principalmente quando se tem pessoas incrédulas em casa que ainda acreditam que Orgânico é coisa da Moda.

terça-feira, dezembro 06, 2011

Um jogo muito especial: O Jogo da Carta da Terra

Recentemente em um evento tive a imensa alegria de passar uns dias na companhia da Patrícia Abuhab, idealizadora do jogo da Carta da Terra e na ocasião aproveitei para adquiri-lo. É fantástico. Assista ao vídeo para conhecer mais detalhes e já fica a dica para um presente de Natal, para crianças, para toda família, instituições, etc. É um jogo cooperativo que realmente sensibiliza.




Jogo da Carta da Terra from Instituto Harmonia na Terra on Vimeo.

O endereço do Instituto Harmonia na Terra, para adquirir o jogo (aproveite para conhecer os outros materiais) é:http://www.harmonianaterra.org.br/




Nota à população que vive e trabalha na Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos


RIO SUSTENTÁVEL COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS
COMO FAZER A SUA PARTE?


(Foto do Rio dos Sinos - Bere Adams)


A condição das águas da Bacia do Rio dos Sinos está extremamente crítica devido à ausência de chuvas. Com a diminuição da quantidade de água, a sua qualidade também piora porque ela não consegue diluir toda a carga que é lançada diariamente nos arroios e rios que formam a malha hídrica. 


A nossa Bacia ocupa 1,3% da área do Estado, mas atende cerca de 13% da população gaúcha, onde se produz mais de 15% de toda a riqueza (PIB) do Rio Grande do Sul. Por isso, os recursos hídricos locais são utilizados por diversos setores (indústria, agricultura e outros), alguns dos quais já tomaram medidas para reduzir a quantidade de água que é captada dos rios. Além disso, o racionamento no fornecimento de água para a população que vive e trabalha na Bacia Sinos já é uma realidade em parte dos municípios da região. 


Por isso, nesta hora é importante que cada pessoa tenha em mente que todos temos um papel fundamental frente à crise pela qual passa a Bacia do Sinos. E, da mesma forma, todos precisam contribuir para a redução do consumo de água.
Considerando a média gaúcha de 150 litros diários de água consumidos por cada pessoa (para beber, na higiene pessoal, descarte de esgotos, limpeza das residências, lavagem de roupa, para preparação de alimentação, etc)*, apostamos que é possível, com um esforço coletivo, reduzir esse consumo em um terço, passando para 100 litros/dia por pessoa. 


O que poderia aumentar em 5% o volume da água do Rio dos Sinos em épocas de pouca chuva.


Mas como saber quanto cada um consume de água? É simples: basta acompanhar a fatura de água mensal.
Para consumir 100 litros por pessoa por dia, para 30 dias teremos 30 x 100 litros = 3.000 litros ou 3 metros cúbicos (m3) por mês.


Assim:
1 pessoa - 3 m3/mês
2 pessoas - 6 m3/mês
3 pessoas - 9 m3/mês
4 pessoas - 12 m3/mês
5 pessoas - 15 m3/mês


Vamos participar?


(*) Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) - www.snis.gov.br

Castor Becker Júnior
Jornalista
Reg. prof. 8862/DRT-RS
(51) 9826-3226

COMITESINOS
Ramal Interno: 5508
Fone Externo: 51 3590.8508
Site: www.comitesinos.com.br

sexta-feira, novembro 25, 2011

Vídeo Entrevista


Vídeo Entrevista


Em breve (primeira quinzena de dezembro) sairá a 38ª edição da revista Educação Ambiental em Ação e a Priscila Kirsner é a minha entrevistada especial, pela preciosidade do trabalho que desenvolve. Na entrevista ela me passou o link deste programa que não pude deixar de compartilhar aqui, pela dedicação destas pessoas maravilhosas, que tentam salvar animais silvestres e animais de circo que foram apreendidos por tráfico ou maus tratos...



São 16 minutos de exemplos maravilhosos, mas de tristeza

também. Vale assistir e conhecer um pouco da realidade que nossos animais enfrentam, lamentável!

terça-feira, novembro 22, 2011

Lançamento on-line no Face Book

A Apoema Cultura Ambiental convida você para o lançamento on-line do livro


COLETÂNEA DE PRÁTICAS PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Berenice Gehlen Adams




"Se realmente somos os animais mais inteligentes da Terra, chegou a hora de provar. Provar que pela inteligência, a mesma que promoveu o caos, somos capazes de uma reforma geral pela mudança do mundo, deixando o que está bom e excluindo o que está mal. Seria um começo. Seria o mínimo a fazer por esta divina esfera que nos permite experimentar essa maravilhosa viagem que se chama vida. Então... Ou mudamos para viver com a Terra, ou continuamos a viver para, simplesmente, consumi-la. A escolha... É de cada um!"
(Bere Adams)


AGENDE-SE
Quando: 24 de NOVEMBRO
Onde: Página de evento do Face Book
Horário:a partir das 14 horas.


Participe enviando mensagens para o mural que serão respondidas pela autora.


Detalhes da obra:
Título: COLETÂNEA DE PRÁTICAS PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL


Formato: Tamanho A4
Número de Páginas: 80
Sinopse: O livro apresenta uma coletânea de textos e sugestões de atividades para a inserção da Educação Ambiental à rotina escolar da educação básica. Prefaciado por Liana Márcia Justem que é pedagoga e mestre em Educação.


Valor: R$ 45,00
Para Adquirir acesse: http://www.apoema.com.br/LivrosdeEA.htm


Para participar do lançamento on-line acesse: https://www.facebook.com/events/139873636119459/


Apoio:

   

Um livro infantil sobre cidadania ambiental


Um livro infantil sobre cidadania ambiental
Ana Folha e a Turma do lixão
Berenice Gehlen Adams


Há alguns dias eu soube que um presente estava a caminho: um livro. Chegou, em pleno sábado de manhã, comprovando eficiência no sistema de correio, quando quase estávamos dando o livro como perdido. Seria lamentável, mas aqui está ele, em minhas mãos, colorido e com cheirinho de novo, papel brilhando querendo muito ser lido de capa a capa. Foi o que fiz, assim que tive uma pausa no trabalho. Senti uma satisfação parecida com a que temos quando a gente almoça uma comidinha feita com todo amor e carinho do mundo.


O livro é assinado pela professora e pedagoga Luciana Ribeiro, de Brasília. As ilustrações são de Juliana Ribeiro e atraem as crianças pelo seu colorido. 


Luciana apresenta uma aventura cheia de fantasia, companheirismo e persistência, vivida pelos personagens que decidem cuidar das florestas. A autora desenrola os acontecimentos para alinhavá-los aos conceitos educacionais da ecopedagogia. 


Em sua essência, o livro aborda valores que precisam ser resgatados durante o caminho da mudança planetária que pretendemos.


Como recurso pedagógico, o livro é um excelente instrumento para a inserção da Educação Ambiental nos ambientes escolares, desde a Educação Infantil aos anos iniciais do Ensino Fundamental.

Maiores informações e como adquirir podem ser acessadas em: 
http://www.bela-ecopedagogia.blogspot.com/



quarta-feira, novembro 09, 2011

Um livro para lá de especial



Um livro para lá de especial
Hortas na Educação Ambiental - na Escola, na Comunidade, em Casa
Berenice Gehlen Adams

Semana passada encomendei o livro Hortas na Educação Ambiental - na Escola, na Comunidade, em Casa, de Maria Célia B. Bombana e Silvia Czapski, e aguardei com ansiedade a sua chegada. Após lê-lo, não tive mais dúvidas de que é um livro excelente que deveria fazer parte de todas as escolas da educação básica, desde a Educação Infantil ao Ensino Fundamental e justifico o porque da sua importância. Além de ser um texto baseado em experiências da Associação Ituana de Proteção Ambiental (AIPA/Itu - SP), orientadas pelo Dr. Juljan Cazpski (fundador e presidente da AIPA, médico com mestrado em Saúde Pública, precursor dos planos de saúde no país, quando presidiu o Instituto de Planejamento Estratégico em Saúde - Ipes), fato que por si só já evidencia o grande valor da obra, os desdobramentos referentes às informações e aos aspectos didáticos e pedagógicos relacionados ao cultivo de hortas o engrandecem ainda mais.

O livro inicia com uma orientação clara sobre a abrangência de sua proposta, destacando a importância do cultivo de hortas para a implementação da Educação Ambiental e ampara-se na Lei Nº 9.795/99 que institui a Educação Ambiental no Brasil.

A primeira parte do livro representa um recheio saboroso que oferece informações simples, porém, muitas vezes de difícil acesso, apresentando não somente como implantar uma horta, mas também como lidar com ela no dia a dia, como atividade de rotina, evidenciando tratar-se de um processo de cultivo permanente – não estanque – assim como o é a própria Educação Ambiental como processo educativo.

Afora tratar destas questões fundamentais, os capítulos que seguem apresentam de forma clara e prazerosa, as características e os usos das plantas medicinais, como também trata sobre árvores, delineando critérios para a escolha mediante características de cada espécie, bem como formas de escolher, plantar e cuidar do que se deseja cultivar.

A obra destina um capítulo para uma campanha permanente de redução de lixo das cidades, e outro para sugestões de atividades que podem ser desenvolvidas nas escolas ou em espaços que tenham interesse em utilizar a horta como um “caminho” da Educação Ambiental.

Na segunda parte do livro, os capítulos se direcionam para o trabalho didático pedagógico com faixas etárias específicas (entre 3 e 7 anos), levando em conta que as crianças apresentam características distintas entre uma idade e outra, sendo, portanto, outro aspecto que engrandece pedagogicamente esta obra. Cada atividade sugerida envolve informações importantes para o desenvolvimento da percepção sensorial e cognitiva, imprescindíveis na educação dos pequenos. Para cada faixa etária são sugeridas atividades que tratam dos temas: solo, semeadura, rega, germinação, desbaste e transplante, crescimento e bichinhos e por último, a colheita.

É por tudo isto que o livro Hortas na Educação Ambiental - na Escola, na Comunidade, em Casa pode servir de mola propulsora para o despertar ambiental de comunidades a partir de hortas. É a horta que possibilitará abrir portas do pensamento e janelas das sensações para que se adentre por um novo caminho com um olhar e uma percepção diferenciados, que conduzirão à desejada e sonhada sociedade sustentável.

      O livro foi adquirido na Livraria Cultura. Também é possível encomendar em alguma livraria perto de você!


Para quem quiser saber mais, acesse o blog feito para o livro

quarta-feira, novembro 02, 2011

SÃO PAULO SEDIARÁ O VIII CONGRESSO NACIONAL DE ECOTURISMO 2011.


SÃO PAULO SEDIARÁ O VIII CONGRESSO NACIONAL DE ECOTURISMO 2011. 

Entre os dias 8 a 11 de novembro São Paulo será sede do VIII Congresso Nacional de Ecoturismo 2011(CONECOTUR); evento que ocorrerá nas instalações do SESC Pinheiros, Praça Victor Civita, Secretaria Meio Ambiente e Museu da Cultura Japonesa na Universidade de São Paulo.

Para discutir o tema geral do encontro - “Ecoturismo como Ferramenta para Conservação e Desenvolvimento Sustentável Comunitário” foram convidados cerca de 50 palestrantes com atividades coordenadas por professores\pesquisadores de diversas instituições de pesquisa do Brasil e do Exterior (Canadá, Espanha, Portugal, França, Colômbia, Argentina, Chile, Uruguai, Costa Rica, China e Austrália).

São esperados entre 800 a 1.000 inscritos de todas as regiões do Brasil para assistir a programação que inclui conferências, mesas redondas temáticas, reuniões “open space” e sessões abertas de  apresentação de trabalhos. O congresso contará com a apresentação de 170 trabalhos de pesquisa e relatos de experiências de pesquisadores, alunos e profissionais da área com o objetivo de contribuir para a troca de conhecimento de qualidade.

O evento discutirá temas como: ecoturismo e conservação, gestão do ecoturismo em Unidades de Conservação, ecoturismo marinho, turismo comunitário, cooperativismo, turismo em cavernas, geoparques, turismo e patrimônio cultural, educação ambiental, ecoturismo em Reservas Particulares, turismo científico, turismo de observação de fauna, birdwatching, além da apresentação de casos de sucesso.

O biólogo Oliver Hillel do Secretariado da Convenção da Biodiversidade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente do Canadá e o doutor em Ecologia, Prof. Dr. Ralf Buckley, Diretor-Presidente do
Centro Internacional de Pesquisa em Ecoturismo da Universidade Griffith da Austrália são algumas das presenças já confirmadas no evento.

“Sugerimos a cidade de São Paulo para sediar o evento pois a cidade é o berço de diversas atividades pioneiras em Ecoturismo no Brasil; é de onde se originaram a maior parte das agências de ecoturismo do país e onde existe o maior número de praticantes, formando o maior mercado emissor do país para destinos do Brasil e no Mundo”, afirma o coordenador geral do evento Prof. Drando. Marcelo T. C. de Oliveira.

Antes do congresso ocorrerá uma programação de cursos entre os dias 5 a 7 de novembro.  O curso que se destaca pela temática atual e pelos convidados é o que trata das concessões turísticas como ferramenta de financiamento de Sistemas de Unidades de Conservação, ou seja, como os órgãos ambientais estarão abrindo os parques no Brasil para a exploração da atividade de turismo e como este poderá contribuir para a conservação dos ecossistesmas, sua fauna e flora. Este curso está com supervisão de Oliver Hillel (CDB/ONU) com a presença de técnicos do ICMBio, da Fundação Florestal do Estado de São Paulo, do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, ECOBRASIL, Instituto SEMEIA e do Instituto Ipá Ti-uá. Os temas dos outros cursos serão: turismo de base comunitária, vivências com natureza, manejo do impacto da visitação, boas práticas em ecoturismo, indicadores de sustentabilidade e ecoturismo marinho.
O VIII CONECOTUR 2011 conta com a organização do Instituto Ipá Ti-uá, realização da Sociedade Brasileira de Ecoturismo e apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria do Meio Ambiente (SMA/SP), CDB/ONU, Fundação Florestal, SESC, The International Ecotourism Society, Planeta Sustentável, Praça Vitor Civita, LCB da Universidade de São Paulo, Associação Comercial de São Paulo, SEBRAE-SP, Empresa das Artes, São Paulo Convention & Visitors Bureau, ABETA, UFSCar, dentre outros.

INSCRIÇÃO CONGRESSO:
Valores: R$ 200,00 integral / R$ 100,00 estudantes.
Informações: Instituto Ipá Ti-uá  - www.ipatiua.com.br 
e-mail: congresso_nac_ecoturismo@ipatiua.com.br 
Pagamento: em forma de boleto bancário gerado pela plataforma de inscrição.

segunda-feira, outubro 31, 2011

Informativo Apoema 120 - Somos 7.000.000.000 de habitantes



Já está disponível a edição da semana (30/10/2011) do Informativo Apoema 120 - A edição focaliza seu zoom para algumas informações de um artigo de opinião sobre a população mundial ter alcançado os 7.000.000.000 de habitantes exatamente nesta segunda-feira, conforme a ONU. Trazemos este tema porque precisamos refletir sobre o que este número nos indica, o que temos a ver com ele e qual a nossa responsabilidade planetária diante deste volume populacional humano que cresce na mesma medida em que cresce o uso de recursos naturais para viver, quando poucos os utilizam em exagero, enquanto a maioria sequer os tem para sua sobrevivência. O Papai Noel que deve estar apavorado! Deve ser por isto que faltando, ainda, praticamente dois meses para o Natal, já estão na roda as “belíssimas e tocantes” propagandas, mas não se deixe enganar, ainda falta bastante tempo para o Natal chegar!
Bom proveito à todos,
Bere e Alice Adams.  




Edição ANO 3 - VOL120 - 30/OUT 2011


Este e os demais informativos estão disponíveis em:
http://www.apoema.com.br/links_para_os_informativos.htm
Página de assinantes (envio gratuito por e-mail):
http://br.groups.yahoo.com/group/informativo_apoema/



quarta-feira, outubro 26, 2011

Sementes de Educação Ambiental


Sementes de Educação Ambiental
Bere Adams

Em dezembro do ano passado, quando fui na USP de São Carlos para um evento de Educação Ambiental, tive o privilégio de passear com o Professor Genebaldo Freire Dias (de Brasília) pelos arredores da universidade e ele me convidou para entrar em um supermercado (de médio porte), pois precisava de alguns itens. Ele me falou que gosta muito de entrar nos mercados, pois estes mostram um pouco da cultura da cidade através dos produtos que disponibilizam, e é verdade (reparem). Na seção de frutas conheci a lichia. Separei alguns cachos da fruta (que se parece com morangos, porém tem uma casca rígida, vermelha clara, e seu interior é parecido com o da jabuticada) e assim, a lichia fez parte do meu cardápio da janta. Fiquei encantada com esta fruta e guardei algumas sementes. Chegando em casa, plantei oito delas, duas em cada vaso. Meses depois, somente duas delas brotaram, porém, uma só vingou. Aí está minha muda de lichia:


Não sei se as sementes são híbridas (e estéreis), como são as de muitas frutas adquiridas em mercados.
O que sei é que esta plantinha tem um significado muito especial. Ela representa uma lembrança de uma ação, persistência (das oito sementes somente esta tornou-se broto e vingou), parceria. Representa um caminho que quero trilhar enquanto eu viver, por mais difícil, contraditório e confuso que possa ser. Representa um sentimento mais profundo pela vida de todo Planeta.

segunda-feira, outubro 24, 2011

Divulgação de livro de Educação Ambiental


Livro da pedagoga Luciana Ribeiro

Acesse o site para ter acesso ao LIVRO: ANA FOLHA E A TURMA DO LIXÃO:"Vamos preservar nossas Florestas", homenagem ao Ano Internacional das Florestas/2011.
Para adquirir acesse:

Site:http://www.ciadoslivros.com.br/ana-folha-e-a-turma-do-lixao-vamos-preservar-nossas-florestas-2011-edicao-1-p401796/







terça-feira, outubro 18, 2011

Em breve, uma novidade!

Amanda quase chegando


Alice, parceira do Projeto Apoema e integrante da Apoema Cultura Ambiental é jornalista e trabalha no Jornal NH. Esta semana saiu uma matéria sobre as grávidas da redação e lá está ela mostrando sua barriga para quem quiser ver. Como futura avó coruja que sou, aí está a foto com os comentários:



A mamãe Alice, 28 anos, já completou 33 semanas de gestação e a ansiedade aumenta a cada dia. Com o papai Daniel Felipe Martin longe, viajando a trabalho, o jeito é conversar com ele pelo Skype. E não é que a garotinha já dá vários pulinhos quando ouve a voz dele? Aliás, ela adora dar uma sambada na barriga da mamãe na hora de dormir ou depois de um docinho.


segunda-feira, outubro 17, 2011

A falta que faz o velho Stanislaw Ponte Preta (Abordagem sobre falsas ações empresariais "verdes" - BA)


A falta que faz o velho Stanislaw Ponte Preta
13/10/11 07:35 | Luciano Martins Costa - Jornalista e escritor, consultor em estratégia e sustentabilidade

Estivesse vivo, o colunista Stanislaw Ponte Preta, que no civil atendia pelo nome de Sérgio Porto, certamente teria material mais do que suficiente para produzir um "Febeasus - festival de besteiras que assola a sustentabilidade".

Como no original Febeapá, livro em três volumes, o primeiro lançado em 1966, uma eventual versão contemporânea dedicada exclusivamente ao besteirol relacionado a questões ambientais e sociais teria material para uma enciclopédia.

Tomado com rigor o conceito de sustentabilidade, boa parte das campanhas do que se chama comumente "marketing verde" poderia compor verbetes hilários de um "Febeasus".

Da mesma forma, e no lado oposto, também há propostas de organizações ambientalistas que, confrontadas com a realidade objetiva, preencheriam capítulos inteiros de uma publicação ponte-pretana. Assim como no Febeapá original, não se pode precisar quando teria começado o festival de sandices em torno da sustentabilidade.

Mas certamente a divulgação do 8º Relatório do Comitê Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas patrocinado pela ONU e publicado em fevereiro de 2007 pode ser considerada um ponto de partida. Esse acontecimento teve o condão de fazer brotar ambientalistas por todo lado e de transformar notórios predadores em ecologistas credenciados.

Os aspectos mais preocupantes do fenômeno climático foram alardeados por toda a imprensa e os comunicadores corporativos entenderam que esse era o mote da década.

Legisladores de variadas instâncias despertaram para o valor eleitoral do "verde". Assim, tanto as políticas públicas como as estratégias de empresas começaram a se assemelhar a uma lagosta, com a pata ambiental hipertrofiada e os demais aspectos do negócio - público ou privado - relegados a tema de segunda categoria. Ao mesmo tempo, desdenha-se o principal no que se refere ao desafio do desenvolvimento sustentável.
Uma das consequências mais claras é o ponto a que chegaram os debates para a reformulação do Código Florestal, que resultaram numa proposta inaceitável para os mais rigorosos padrões que as circunstâncias exigem.

Obnubilados pelo brilho do "verde", tanto os legisladores como a sociedade em geral tem deixado crescer no Congresso Nacional a influência dos representantes do que há de mais conservador no empresariado rural. Enquanto isso, discutem-se platitudes - como a proposta de obrigar os proprietários de imóveis a pintar seus tetos de branco.


Proliferam junto às prefeituras "consultorias ambientais" cuja especialidade é formular propostas carregadas de excelentes intenções. O posto de secretário do Meio Ambiente, antes um cargo desprezado por políticos espertos, transformou-se em pódio capaz de transformar neófitos em especialistas.

Não importa se o titular sabe diferenciar um pé de alface de uma samambaia.

Em junho do ano que vem, o Rio de Janeiro vai sediar a Conferência da ONU Rio+20, com uma pauta tão ambiciosa quanto improvável, no cenário de crise que domina o estado do mundo. Será o embate entre os especialistas e os embusteiros. Stanislaw vai fazer falta.

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Luciano Martins Costa é Jornalista e escritor, consultor em estratégia e sustentabilidade
http://www.brasileconomico.com.br/noticias/a-falta-que-faz-o-velho-stanislaw-ponte-preta_108006.html


segunda-feira, outubro 03, 2011


Edição da semana (04/10/2011): Informativo Apoema 116 - A edição traz uma matéria sobre um dos piores problemas ambientais para a saúde: a poluição atmosférica. Traz, ainda, mais algumas informações sobre cidades mais poluídas do mundo (poluição atmosférica), destaca frases selecionadas, entre outras informações. Bom proveito à todos!

Edição ANO 3 - VOL116 - 03/OUT 2011



Este e os informativos anteriores estão disponíveis em: http://www.apoema.com.br/links_para_os_informativos.htm 

Tratamento de esgoto e saúde ambiental


Tratamento de esgoto e saúde ambiental
Berenice Gehlen Adams

A água é um dos mais importantes recursos naturais que proporcionam a saúde do planeta. O conceito saúde vem da palavra latina salute, que significa salvação da vida. 
Atualmente desenvolvemos atividades produtivas que comprometem a qualidade das águas, colocando a vida de muitos seres e de ecossistemas inteiros, em perigo. O despejo de lixo, de esgotos residenciais e industriais não tratados, de agrotóxicos das lavouras, é o que promove a poluição e a contaminação de nossos recursos hídricos. 
A saúde do planeta está diretamente relacionada à qualidade da água disponível para consumo, pois muitas doenças são adquiridas quando águas poluídas são ingeridas. As doenças que são transmitidas pela água surgem, principalmente, dos dejetos humanos. Quando não há sistemas de coleta e de tratamento de esgoto, microorganismos patogênicos alcançam os mananciais superficiais ou subterrâneos. 
Pesquisas indicam que 10% das pessoas, que vivem nos países em desenvolvimento, têm doenças transmitidas pela água. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 70% dos leitos hospitalares são ocupados por pessoas que contraíram doenças transmitidas por contato com água poluída. Para minimizar estes problemas, investimentos em sistemas de coleta e tratamento de esgotos são fundamentais. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 28,5% dos municípios brasileiros fizeram tratamento de seu esgoto.  Felizmente, em nossa cidade (Novo Hamburgo/RS), a COMUSA - Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo – iniciou, já em março de 2011, as obras para o sistema de coleta e tratamento de esgoto. O projeto tem como meta para os próximos três anos tratar 50% do esgoto produzido aqui. Sem dúvida, este projeto trará enorme bem estar ambiental para os recursos hídricos, e se as metas forem alcançadas, em poucos anos o nosso Rio dos Sinos aliviará seu pesado fardo, aumentando possibilidades de recuperação. 

quinta-feira, setembro 29, 2011

Concurso de Estampas Conexão Mata Atlântica

Estou participando do concurso da Conexão Mata Atlântica com uma ilustração. Para ver, clique no link, e se gostar, curta também!


Conferindo "Bere Adams - Concurso de Estampas Conexão Mata Atlântica" na Conexão Mata Atlântica:



http://www.conexaososma.org.br/photo/bere-adams-concurso-de-estampas-conex-o-mata-atl-ntica

sábado, setembro 24, 2011

Filme Lixo extraordinário

Filmado ao longo de dois anos (agosto de 2007 a maio de 2009), Lixo Extraordinário acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano.














domingo, setembro 11, 2011

37ª Edição da revista eletrônica Educação Ambiental em Ação


Convite para lançamento on-line



37ª Edição da revista eletrônica Educação Ambiental em Ação

Chega setembro, um dos meses mais belos do ano! Junto com ele, chega também a 37ª Edição da revista eletrônica Educação Ambiental em Ação.
10 de setembro de 2011
A edição que nasce foi inspirada na frase de Einstein: “Os problemas não podem ser resolvidos com o mesmo tipo de consciência que os criou."
Como a Educação Ambiental surge para a superação da crise ambiental e para a reversão da situação em que se encontra o meio ambiente, esta é uma frase muito inspiradora, porque nos provoca a ousar mais, a mudar, cada um em seu contexto, nas suas atividades, nas suas atitudes, para que assim se processe uma mudança global. A frase nos faz acreditar cada vez mais na mudança.
O tema da edição é Educação Ambiental: avistando um novo horizonte, e é este novo horizonte que, alegremente, apresentamos à vocês.
Através das entrevistas, apresentamos diferentes modos e estilos de atuação e iniciativas de pessoas que movimentam e acionam a Educação Ambiental no País. Divulgamos eventos voltados para o debate e o questionamento sobre temas polêmicos ambientais, feiras, congressos e significativos encontros que pipocam aqui e ali para multiplicar essa nova forma de agir e de se movimentar no mundo.
Cada seção da revista apresenta conteúdos relevantes, desde artigos à sugestões de práticas educacionais, como as da seção de Dinâmicas, ou da nova seção de Práticas de Educação Ambiental, que inauguramos nesta publicação.
Enfim, temos muita ação, educação e novidades para vocês. Agora, para ingressar nesta viagem, apresentamos um poema que desafia nossas capacidades para nos tornarmos seres humanos sempre melhores...
SE

Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.

Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!


(Rudyard Kipling)


Esta revista é feita para você, que se preocupa com o equilíbrio da vida. Acesse:


Berenice Gehlen Adams e Equipe da revista eletrônica Educação Ambiental em Ação